Cá os temos o Sr DAVID CASTILHA, a filha D. ARMANDA e o RIBAS, ilustre Espinhense "dos quatro costados"sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
ILUSTRES GRANJOLAS
Cá os temos o Sr DAVID CASTILHA, a filha D. ARMANDA e o RIBAS, ilustre Espinhense "dos quatro costados"quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Um bom ou mau blog

A ex-granjola Menina Marota nomeou-nos.
"O regulamento:
Eis os parâmetros inerentes à condição:
1. Este prémio deve ser atribuído aos blogs que consideras serem bons,entende-se como bom os blogs que costumas visitar regularmente e onde deixas comentários.
2. Só e somente se recebeste o prémio “Diz que até não é um mau blog”, deves escrever um post:
- Indicando a pessoa que te deu o prémio com um link para o respectivo blog;
- A tag do prémio;
-as regras;
- E a indicação de outros 7 blogs para receberem o prémio.
3. Deves exibir orgulhosamente a tag do prémio no teu blog, de preferência com um link para o post em que falas dele."
Elegi :
http://www.vivabibliotecaviva.blogspot.com/
http://abibliotecadejacinto.blogspot.com/
http://www.oeiras-a-ler.blogspot.com/
http://www.industrias-culturais.blogspot.com/
http://www.daliteratura.blogspot.com/
http://origemdasespecies.blogs.sapo.pt/
http://www.historiasdocontador.blogspot.com/
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
GRANJOLA ILUSTRE - Que nem uma rua têm com seu nome

Francisco Sá Carneiro
A evocação de Francisco Sá Carneiro (vítima da queda do avião em que seguia, em Camarate, a 4 de Dezembro de 1980) faz parte da agenda do líder do PSD, Luís Filipe Menezes. Mas, além da romagem ao cemitério, da missão e do colóquio, programados para hoje, que actualidade tem o pensamento do fundador do partido?
O JN falou com Pedro Roseta, seguidor e estudioso da vida e obra de Sá Carneiro. Ficou um retrato de um "personalista" que recusou todas as formas de ruptura, preferindo "o caminho reformista para a transformação da sociedade". Um reformismo que se afasta da prática de José Sócrates, no sentido em que seria "mais respeitador das pessoas e das instituições, como a Igreja Católica". Convicto de que o fundador do PSD, que teria 73 anos, já estaria retirado da vida política, "porque ele tinha a ética de saber sair", admite que tivesse chegado a ser presidente da República.
Passou férias na GRANJA e nem uma Rua têm com o seu nome e infelizmente por "gozo" têm um Aeroporto com o seu nome.
ver notícia em O JORNAL DE NOTÍCIAS
ORQUESTRA DE MÚSICA MEDIEVAL em Outono Cultural de S. FÉLIX DA MARINHA
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
domingo, 25 de novembro de 2007
Cerimónia no Solar Condes de Resende -NOVOS MEMBROS DA CONFRARIA QUEIROSIANA

A Confraria Queirosiana realizou ontem, no Solar Condes de Resende, em Canelas, o tradicional «Capítulo Anual de Entronização dos novos Confrades», insigniando sete novos membros. O evento iniciou com um cortejo de todos os confrades em direcção ao Salão Nobre do Solar Condes de Resende, seguindo-se um momento de homenagem à memória de cinco confrades já falecidos. Chegado o momento de entronização, foram distinguidos, na classe de leitores, Amélia Sousa Cabral, funcionária do Solar, Lucinda Barros Pinto, licenciada em Ciências Históricas, e Pedro Almiro Neves, Mestre em História Moderna e autor de vários manuais escolares. Na classe de Sócios de Honra foram agraciados o gestor e administrador de várias empresas do grupo e da Fundação Salvador Caetano, Alberto Silva Fernandes, Carlos Dias Costa, jornalista e grande divulgador de acontecimentos queirosianos, e ainda o escritor Mário Cláudio, que deu forma a «As Batalhas do Caia» a partir do esquema básico do romance que Eça planeava escrever com o título «A Batalha do Caia». Por último, Isabel Pires de Lima, ministra da Cultura, recebeu a distinção de confrade e assumiu com os restantes novos confrades o compromisso de “ler, estudar e divulgar a obra de Eça de Queiroz em Portugal e no Mundo, com sabedoria, elegância e bom gosto”. Isabel Pires de Lima explicou que a sua presença neste momento não se deve ao seu papel de ministra da Cultura, mas por ser especialista na obra de Eça e ter sido autora de cerca de 100 títulos publicados em revistas e jornais na área da crítica e dos estudos literários. De entre esses trabalhos conta-se «As máscaras do Desengano – Para uma leitura sociológica de “Os Maias” de Eça de Queiroz». Isabel Pires de Lima lembrou ainda um “percurso pessoal académico individual muito incidido na vida e obra de Eça”
.Diana Campos Ferreira
ver em O Primeiro de Janeiro
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Confraria Queirosiana vai atribuir insígnias a sete individualidades

Uma vez mais a Confraria Queirosiana vai cumprir a tradição. No próximo sábado vão ser entronizadas sete individualidades que se vão tornar sócios e confrades desta instituição. Este espaço pretende reunir os queirosianos de todo o mundo.Diana Campos FerreiraOs Amigos do Solar Condes de Resende - Confraria Queirosiana vão realizar no dia 24 deste mês o já habitual «Capítulo Anual de Entronização dos novos Confrades». Neste evento, serão insigniados sete novos confrades, cujo único requisito obrigatório é “gostar e admirar a vida e obra de Eça de Queiroz”, explicou ao JANEIRO Gonçalves Guimarães, presidente da Confraria Queirosiana. Este momento antecede todos os anos o aniversário de Eça de Queiroz, dia 25 deste mês, escritor notável que se destacou a vários níveis e persiste até hoje na memória de muitas individualidades. Este ano, o antigo jornalista do Jornal de Noticias Carlos Dias Costa; o escritor Mário Cláudio; o historiador Pedro Almiro Neves e o gestor Silva Fernandes são quatro das sete individualidades que se vão tornar confrades. Isabel Pires de Lima, ministra da Cultura e Mário Vieira de Carvalho, secretário de Estado da Cultura foram convidados a tornarem-se confrades, mas persiste a dúvida se o pedido foi ou não aceites. Desde o seu aparecimento, o Solar Condes de Resende dedica-se ao estudo e divulgação da vida e obra de Eça de Queiroz e pretende reunir os queirosianos de todo o mundo. Esta instituição conta actualmente com cerca de 70 confrades, alguns de “honra”, outros de “número”. Gonçalves Guimarães explicou que habitualmente os confrades de “honra” são pessoas mais notórias que já tenham ou patrocinado ou que já tenham distinguido de algum modo a vida e obra deste autor. Os restantes, os confrades de “número”, “não são menos especiais”, mas não assumem os mesmos compromissos. Esta reunião anual vai ser aproveitada para o lançamento do número quatro da «Revista de Portugal», dedicada este ano aos 40 anos da vida literária de José Rentes de Carvalho, a qual foi apresentada ao nosso jornal em primeira mão. Durante a imposição de insígnias aos novos confrades, será feito ainda um balanço das actividades da confraria durante o ano inteiro e relembrar-se-ão confrades já falecidos, de forma a demonstrar que mesmo “ausentes de corpo, continuam presentes de alma”, referiu Gonçalves Guimarães. No mesmo dia a Associação Amigos do Solar Condes de Resende – Confraria Queirosiana vai assinar um protocolo de colaboração com a Associação Cultural Amigos de Gaia para que os sócios de ambas possam usufruir dos respectivos serviços e actividades. De acordo com o presidente, “visto serem duas associações culturais, são inúmeras as vantagens que ganham em se associarem”.Como não podia deixar de ser, numa casa que se dedica em exclusivo a Eça de Queiroz, será prestada uma sentida homenagem, junto da estátua feita em sua honra e memória. O dia continuará com um jantar de confraternização entre todos os confrades, seguindo-se um «Baile das Camélias», onde estarão presentes alguns membros do grupo de danças de salão da confraria, vestidos bem à época de Eça. No Solar Condes de Resende funcionam os serviços de investigação, estudo e divulgação da Arqueologia, História, Antropologia Cultural e Património, para além do Arquivo Condes de Resende e dos estudos sobre a vida o obra de Eça de Queiroz, bem como o Roteiro Queirosiano de Vila Nova de Gaia.
ver notícia em O Primeiro de Janeiro
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NOVAMENTE A AREIA DA GRANJA...não sabiamos pois não?

"O crescente assoreamento da Praia da Aguda, em Vila Nova de Gaia, preocupa o executivo camarário, que procura, através de uma proposta aprovada por unanimidade pelas diferentes facções partidárias, a tomada de medidas urgentes indispensáveis à resolução da grave crise que se vem acentuando no local.Segundo Mário Fontemanha, vereador do Ambiente da Câmara de Gaia, “este é um problema que se coloca pela primeira vez”. Em 2001, foi inaugurado no local um quebra-mar, “uma obra inovadora e deslocada da costa”, que possibilitaria a circulação das areias para Sul. Contudo, com a queda da ponte de Entre-os-Rios e pelo Inverno chuvoso de então, registou-se um arrastamento acrescido de areias para o quebra-mar da Aguda, que levou a uma acumulação excessiva no local. Agora, o executivo pretende que o Instituto da Água (INAG) proceda a um estudo especializado e aprofundado “com imediata e subsequente execução das obras que garantam o desassoreamento do Porto de Pesca da Aguda e o depósito da areia sobrante nas praias do Sul”, revela a proposta apresentada. Este foi aliás um compromisso assumido pelo presidente do Instituto, Orlando de Castro Borges, no mês passado, quando se reuniu como o vereador do Ambiente da Câmara de Gaia. “O assoreamento da baía põe em causa a segurança das embarcações e a própria actividade piscatória”, refere Fontemanha, “dificultando a saída dos pescadores ao mar”. Estas areias serão então colocadas em frente à praia vizinha da Granja, acautelando assim as necessidades sentidas na zona. A Câmara espera que todas estas movimentações estejam concluídas em Março ou Abril do próximo ano, apesar do estudo ter de ser feito ainda este ano. “Esta intervenção é uma necessidade premente”, comunicada já pelos moradores e utilizadores dos molhes locais, destaca o vereador, para “garantir a capacidade económica e segurança dos pescadores”.
Ler em O Primeiro de Janeiro
e deixem-nos RIR com estes comentário que só merecem isso e mais nada.
ver também o JORNAL DE NOTÍCIAS
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
GRANJOLA apreceu embora acidentado
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
GRANJOLA DESAPARECIDO - dão-se "Alviçaras"
Inês Botelho: o imaginário-fantástico e o real emocional

Gisela Silva,Professora da LIBEC/CIFPEC IEC, Universidade do Minho, escreve no LETRAS & LETRAS sobre INÊS BOTELHO a sua escrita e o novo livro PRELÚDIO
"Dotada de uma expressão literária capaz de surpreender os mais atentos, Inês Botelho é uma jovem escritora dotada de uma mensagem literária que se faz ouvir numa voz segura e de qualidade. Depois da belíssima trilogia O Ceptro de Aerzis (2003-2005), Prelúdio (2007) inaugura no património literário da autora um outro género alheio ao imaginário-fantástico. "
"Cabe ainda dizer que, usando de uma especificidade imaginária, Inês Botelho cria com amor e dedicação os seus livros, o que lhe permite a tão desejada cooperação interpretativa com os seus jovens leitores. Brindando com verdadeiros momentos de literariedade e poeticidade todos aqueles que se negam a esquecer os contos de fadas ouvidos atentamente no aconchego dos braços, quando ainda mal se vislumbrava nos lábios sábios o beijo de boa noite, esta jovem compromete-se também, pela sapiência da sua escrita, a surpreender o leitor que usa todo o géneros de “loções e pomadas” cibernéticas para escapar aos indesejados ataques de comichões repentinas, provocados por uma qualquer sugestão de leitura. "
domingo, 11 de novembro de 2007
ESCRITORA GRANJOLA e filha de GRANJOLA

Aos 21 anos, Inês Botelho acaba de lançar o quarto livro: «Prelúdio» é o seu primeiro romance
Um prenúncio de luz
Nasceu em 1986 em Vila Nova de Gaia. Estudante de Biologia na Faculdade de Ciências do Porto, Inês Botelho começou a publicar a trilogia de literatura fantástica «O Ceptro de Aerzis» aos 17 anos. A colecção Jovens Talentos da Gailivro começou por acolher os seus três primeiros títulos: «A Filha dos Mundos» (2003), «A Senhora da Noite e das Brumas» (2004) e «A Rainha das Terras da Luz» (2005). Agora chegou às livrarias o primeiro romance de Inês: «Prelúdio», publicado pela mesma editora, mas agora na colecção Enredos. A jovem cientista das letras adianta: “Esta é uma história de histórias. Um livro de silêncios”. Filipa Leal
Depois de um ano intensamente dedicado a Ada, Duarte, Alice e Lídia (personagens centrais desta história), aqui surge o resultado de um trabalho da imaginação: “É um trabalho de actor: gosto de me transformar nas personagens e saber como reagiriam. Eu não estou aqui, nem as pessoas que conheço”. O cinema, o teatro, a representação e a literatura são as grandes vocações de Inês Botelho. E o piano. E a Biologia. Definitivamente, a Biologia. “De resto, sou um desastre nas artes manuais, no desenho... Em tempos pensei em ir para o curso de História, mas nunca pus a hipótese de ir para Literatura”, recorda. Ora, se alguém disse um dia “Vou entrar para a Literatura como se entrasse para o convento”, talvez esse seja o caso da jovem escritora, a quem hoje não sobra muito tempo para estudar – com tantos encontros com os seus leitores em escolas e bibliotecas.E o livro? E a literatura? Em «Prelúdio», a personagem central luta contra uma doença. A infância e a morte são, aliás, pontos cardeais nas histórias de Inês Botelho. No entanto, aos 21 anos, a escritora confessa: “Eu não tenho medo da morte. Há até um livro em que me debruço sobre o peso do que é ser-se imortal – imagino um povo imortal que só pede para morrer”. Nesta hipótese do cansaço da eternidade, acrescenta: “Se morresse agora, sei que tinha sido feliz, sem qualquer dúvida. Gosto do que já vivi”. Mas voltemos ao livro, “um livro de esperança”. Nele, revela, “o narrador é subjectivo e não está sempre do mesmo lado”. Ada narra a sua história na primeira pessoa, e depois temos Duarte (irmão mais velho), Lídia (a tia de ambos) e Alice (namorada de Duarte). A acção decorre durante um ano da vida destas personagens, e é sobretudo do cruzamento das suas histórias que se desenvolve: “Esta é uma história de histórias. É um livro de silêncios: não há espalhafatos, não há histerismos. É um livro mais contido”. Mais maduro, também, Inês? “Sim, mais maduro. Eu sou muito perfeccionista e por isso, quando termino é porque para mim está quase perfeito. Dois anos depois, quando volto a pegar-lhes, sei que há muita coisa que eu mudaria. Mas não vou mudar nada nos livros anteriores. Aos 15, 16 anos, não conseguia fazer melhor do que fiz”. Para Inês Botelho, os livros que publicou são, de certa forma, um espelho da sua evolução. “Sou bastante racional e científica. O que me interessa na Biologia é precisamente a evolução, e a genética”.Assim, «Prelúdio» apresenta-se-nos como um livro mais intimista. “Aqui estão quatro personagens com máscaras criadas para cada uma destas vidas. Todas elas têm questões com que se vão deparando, e a cada uma delas eu dou a solução”, acrescenta. “Numa situação de tanta instabilidade, elas criam novas máscaras e novas posturas”.Ritmo de linguagem, ritmo de criação“Gosto de coisas pausadas, de sensações, de imagens. Gosto de pensar. Julgo que em todos os livros há uma viagem, mas neste tive uma maior preocupação com a linguagem”. Em «Prelúdio», há um cuidado maior com a melodia e o ritmo da frase, com “a sensação que ela imprime”. “Gosto de escrever em todos os géneros, mas não acho que seja poeta. No entanto, há neste livro uma prosa poetizada. Mais jogo com a linguagem, menos medo de ousar. Usei a pontuação de forma a imprimir a cada frase o ritmo que eu queria que ela tivesse”.Desde muito cedo que Inês se dedicava à literatura fantástica. “Tinha deste género um conhecimento empírico. Depois fui estudando, lendo muitos livros e alguns ensaios”, recorda. Aos nove anos, começou a interessar-se pela mitologia, pelo curioso lugar dos símbolos. “Acabei por, mais tarde, reinterpretar esses mitos nos meus livros. Os quatro elementos, por exemplo, atravessam a trilogia”. Neste campo das letras, tem como principais referências nomes como Marian Zimmer Bradley, J. R. R. Tolkien e Juliet Marilier, nunca esquecendo Edgar Allan Poe. “Mas leio de tudo! A minha mãe sempre leu muito e foi-me passando este vício. Gosto muito de Fernando Pessoa e de Natália Correia...”
Neste momento, descobre a prosa de Ruben A.
De Agosto em Agosto, porque em tempo de aulas não tem tempo para escrever e investigar, Inês Botelho promete não abandonar os seus leitores.
Como diria Duarte, a meio deste «Prelúdio»,- Porque sei que não é possível.
artigo de Filipa Leal
em O Primeiro de Janeiro
terça-feira, 6 de novembro de 2007
ILUSTRES GRANJOLAS e Granjenses
Cá temos o nosso muito querido sr.DAVID CASTILHA (também chamado por nós David Pastilha) a trabalhar na sua arte de marceneiro na Fábrica do Joaquim de Sousa, na Granja, pai da D. Maria Armanda, que teve o Bazar de Brinquedos na Rua 8, ao lado do Café Avenida, em Espinho, e avô do David que hà anos trabalha no jornal PÚBLICO no Porto.Grande Granjola.
sábado, 3 de novembro de 2007
ENCONTRO DE OUTONO em S. Félix da Marinha

HOJE COMEÇA O OUTONO CULTURAL DA AJOVEM!!!
UM FIM DE SEMANA CULTURAL ONDE TEREMOS DANÇAS; TUNAS E CAFÉ CONCERTO
QUEM QUISER RESERVAR DESDE JA O(S) SEU(S) BILHETE(S) PODE FAZE-LOS PARA:
BENVINDO - antonio.rodrigues@jrf.pt
PAULO - pgomes@arcen.pt
SARA - sara.fidalgo@quitex.com
TIAGO - tiago.maia57@gmail.com
BILHETES SÃO SUPER BARATOS (1€; 1,50€...)
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Urbanização em S. Félix da Marinha

Urbanização em S. Félix da Marinha já aloja 33 famílias A Câmara de Gaia entregou, ontem, as primeiras 33 habitações de um total de 150 edificadas na Urbanização Alberto Martins Andrade, em S. Félix da Marinha, homenageando o homem que liderou o Município após o 25 de Abril. A partir de amanhã, os moradores podem começar a recolher as chaves da casa nova, junto da GaiaSocial, depois de pedirem a instalação de água, luz e gás.A obra, traduzida em 75 casas T2 e outras tantas T3, custou à Autarquia 9,3 milhões de euros e demorou dois anos a ser inaugurada. Até ao fim do ano, serão entregues as restantes casas. "Durante estes anos, muitas coisas foram ditas, porque é mais fácil criticar do que fazer", disse Joaquim Almeida, presidente da Junta. "Há dias felizes", desabafou ao elogiar Marco António Costa, vice-presidente da Câmara e presidente da Gaia Social. "Se não fosse a sua persistência, não estaríamos aqui hoje. S. Félix da Marinha está-lhe eternamente grato, a si e ao presidente".Marco António Costa redireccionou os louros para a equipa da GaiaSocial. "Ao trabalho", disse, ao rematar um discurso curto e que serviu de lançamento a Luís Filipe Menezes. O presidente da Autarquia em S. Félix da Marinha uma "fim-de-semana prolongado" de inaugurações que "confirma a lógica de progresso" do concelho."Penso que este ritmo pode ser mantido até ao fim do mandato", disse Luís Filipe Menezes, líder do maior partido da Oposição, o PSD. "Tenho de estar em várias frentes, mas estou em primeira linha no concelho de Gaia. No entanto, é justo agradecer ao vice-presidente, Marco António Costa, cujo trabalho tem sido muito importante para não abrandar esta dinâmica de progresso", disse o autarca.Menezes congratulou-se com a forma como começou o realojamento. "Há apenas uma pessoa que não é da freguesia, o que é positivo, porque as pessoas não vão ser desenraizadas", disse, dando lustro às recomendações antes proferidas pelo presidente da Junta. "Tratem bem das vossas casas, que são vossas, também, por serem construída com o dinheiro dos vossos impostos".Menezes retribuiu os elogios ouvidos do presidente da Junta, que "tem uma quota de responsabilidade" na obra concluída e respondeu aos desafios lançados, minutos antes, por Joaquim Almeida. "Diria que 80% das suas pretensões para a freguesia estão já cumpridas", disse Menezes. Falta o arranjo da Rua das Árvores, na Granja, e obra no Centro Cívico, com o presidente da Câmara a não desarmar perante o "problema complexo que é o Complexo Desportivo" de S. Félixa da Marinha. "Terá de ser resolvido na lógica de uma parceria publico-privada", disse.
ver em Jornal de Notícias
OUTONO CULTURAL DA AJovem em S. Félix da Marinha
Outono Cultural
S. Félix Marinha - 2 Novembro - 8 Dezembro
Sexta-feira, 2 de Novembro
Sessão de Abertura - 21.00 H
Noite de Dança – 21:30
Local – Salão Paroquial
Organização – Grupo de Acólitos S. Félix Marinha
Sábado, 3 de Novembro
Noite de Tunas – 21:30 H
Local – Salão Paroquial
Organização – Grupo de Acólitos S. Félix Marinha
Domingo, 4 de Novembro
Café Concerto – 21:30 H
Local – Salão Paroquial
Organização – Grupo de Acólitos S. Félix Marinha
Sexta-feira, 9 de Novembro
Concerto – Quinteto Metais e “Clarinetíssimo” – 21.30H
Local – Capela N. Sr.ª Amparo (a confirmar)
Entrada Livre – Organização AJOVEM
Sábado, 10 de Novembro
Magusto da AJOVEM – 21:30 H
Local – Casa de lavoura de Joaquim Ramos (Matosinhos)
Entrada Livre para associados
Domingo, 11 de Novembro
Tarde Infantil - Cinema de Animação e actividades lúdicas – 14:30 às 18:00H (Com lanche para as crianças)
Local – Centro Cultural e Beneficente de S. Félix da Marinha
Entrada Livre – Organização Agrupamento 575 Escuteiros - S. F. Marinha
Sexta-feira, 16 de Novembro
Concerto – Coro do Mosteiro de Grijó – 21.30 H
Local – Igreja Paroquial ou Capela N. Sr.ª Amparo (a confirmar)
Entrada Livre – Organização AJOVEM
Sábado, 17 de Novembro
Noite de Fados – 22.00 H
Local – Centro Cultural e Beneficente de S.F.M.
Inscrições Limitadas (Tel. 91 3074861) – Organização AJOVEM
Domingo, 18 de Novembro
Concerto – VIOLINO E VIOLONCELO – 18:30 H
Local - Igreja Paroquial ou Capela N. Sr.ª Amparo (a confirmar)
Entrada Livre – Organização AJOVEM
Sábado, 24 de Novembro
Reconstituição do “Mata Porco” – 20:30 H
Local – Casa de lavoura de Joaquim Ramos (Matosinhos)
Organização: Centro de Recreio Popular de S. Félix da Marinha
Domingo, 25 de Novembro
Tarde de Cinema – Filme Português – 16:00 H
Local – Centro Cultural e Beneficente de S.F.M.
Entrada Livre – Organização AJOVEM
Sexta-feira, 30 de Novembro
Noite de Cinema Cómico – 21:30 H
Local – Centro Cultural e Beneficente de S. F. Marinha
Entrada Livre – Organização AJOVEM
S. Félix Marinha - 2 Novembro - 8 Dezembro
Sexta-feira, 2 de Novembro
Sessão de Abertura - 21.00 H
Noite de Dança – 21:30
Local – Salão Paroquial
Organização – Grupo de Acólitos S. Félix Marinha
Sábado, 3 de Novembro
Noite de Tunas – 21:30 H
Local – Salão Paroquial
Organização – Grupo de Acólitos S. Félix Marinha
Domingo, 4 de Novembro
Café Concerto – 21:30 H
Local – Salão Paroquial
Organização – Grupo de Acólitos S. Félix Marinha
Sexta-feira, 9 de Novembro
Concerto – Quinteto Metais e “Clarinetíssimo” – 21.30H
Local – Capela N. Sr.ª Amparo (a confirmar)
Entrada Livre – Organização AJOVEM
Sábado, 10 de Novembro
Magusto da AJOVEM – 21:30 H
Local – Casa de lavoura de Joaquim Ramos (Matosinhos)
Entrada Livre para associados
Domingo, 11 de Novembro
Tarde Infantil - Cinema de Animação e actividades lúdicas – 14:30 às 18:00H (Com lanche para as crianças)
Local – Centro Cultural e Beneficente de S. Félix da Marinha
Entrada Livre – Organização Agrupamento 575 Escuteiros - S. F. Marinha
Sexta-feira, 16 de Novembro
Concerto – Coro do Mosteiro de Grijó – 21.30 H
Local – Igreja Paroquial ou Capela N. Sr.ª Amparo (a confirmar)
Entrada Livre – Organização AJOVEM
Sábado, 17 de Novembro
Noite de Fados – 22.00 H
Local – Centro Cultural e Beneficente de S.F.M.
Inscrições Limitadas (Tel. 91 3074861) – Organização AJOVEM
Domingo, 18 de Novembro
Concerto – VIOLINO E VIOLONCELO – 18:30 H
Local - Igreja Paroquial ou Capela N. Sr.ª Amparo (a confirmar)
Entrada Livre – Organização AJOVEM
Sábado, 24 de Novembro
Reconstituição do “Mata Porco” – 20:30 H
Local – Casa de lavoura de Joaquim Ramos (Matosinhos)
Organização: Centro de Recreio Popular de S. Félix da Marinha
Domingo, 25 de Novembro
Tarde de Cinema – Filme Português – 16:00 H
Local – Centro Cultural e Beneficente de S.F.M.
Entrada Livre – Organização AJOVEM
Sexta-feira, 30 de Novembro
Noite de Cinema Cómico – 21:30 H
Local – Centro Cultural e Beneficente de S. F. Marinha
Entrada Livre – Organização AJOVEM
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Maria Andresen nas Quintas da Leitura
A sessão de hoje do Quintas de Leitura intitula-se «Lugares e Passagens» e marca a estreia absoluta de Maria Andresen neste ciclo poético, às 22h00, no Teatro do Campo Alegre no Porto. Maria Andresen publicou até ao momento «Lugares» (2001) e «Livro das Passagens» (2006), ambos pela Relógio d’Água.As leituras estarão a cargo da poeta Filipa Leal e dos actores Pedro Lamares e Sandra Salomé. Maria Andresen vai conversar com Rosa Maria Martelo e lerá alguns dos seus poemas.
Na performance, Margarida Mestre regressa com «Impressões», a partir de textos de Maria Andresen.
A imagem da sessão mostrará trabalhos do arquitecto Diogo Vaz, marido da poeta, falecido em 2005.
Em estreia absoluta em Portugal, apresenta-se Eldbjørg Raknes, uma cantora referência na improvisação vocal norueguesa.
Ver em O Primeiro de Janeiro
http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=c20ad4d76fe97759aa27a0c99bff6710&subsec=
RIO DAS FLORES Miguel Sousa Tavares novo Livro
É inevitável acreditar que o meio milhão de portugueses que leu o Equador esteja curioso quanto ao novo romance de Miguel Sousa Tavares. Afinal, até ao seu aparecimento na cena editorial nunca um autor que publicou um livro viu multiplicar por seis uma tiragem inicial de 50 mil exemplares para vender a leitores sôfregos de romances histórico-coloniais. Talvez por esta razão, e aproveitando o embalo e o mediatismo charmoso de quem escreveu tal best-seller, a editora desbaste mais um pequeno bosque para imprimir cem mil exemplares, de 632 páginas cada.Se fosse necessário definir em muito poucas palavras o segundo episódio desta saga literária protagonizada por Miguel Sousa Tavares, bastaria ser assim: intitula-se Rio das Flores e estará nas livrarias a partir de segunda-feira. Não é preciso dizer mais, porque se a receita funcionou uma vez, ela terá pés para andar por mais três ou quatro livros, todos com centenas de páginas, recheados de factos históricos a balizar a acção e de infelizes amores para impressionar.É obrigatório evocar o Equador quando se fala do Rio das Flores porque se continuam. O anterior termina com a morte do Rei D. Carlos e este tem quase início a partir desse facto. Os livros não se continuam, diga-se, mas completam o ciclo histórico de mudança que o autor parece querer explorar em romance.Tudo começa com a apresentação do alegado protagonista do Rio das Flores, Diogo Ribera Flores, e tudo acaba nele. Da primeira à última página, o universo criado pelo autor roda constantemente em torno de Diogo, sufocando com essa decisão outras personagens que tanto teriam para contar e satisfazer o leitor. De mal contrário sofre o cenário onde se desenvolve toda a acção do romance, pois, não satisfeito com a imensidão do latifúndio alentejano, o autor explora metade do mundo para colocar nele situações que, obstinadamente, deseja que existam no livro e que, sem dificuldades, embrulha numa mesma obra. Não é que tal situação vá criar problemas junto dos seus fãs - deixe-se isso para os críticos que cederem a escrever sobre o volume - porque aos leitores só resta viajar pelos 19 capítulos como se estivessem a consultar um catálogo de uma agência de viagens especializada na Península Ibérica e América do Sul. E não faltam nos textos de apoio desta "brochura" as histórias mais do que suficientes para cumprir o objectivo mais nobre de Rio das Flores, explicar como se fundou o regime que terminou a 25 de Abril de 1974. Curiosamente, esta intenção é a que mais surpreende no livro e só por essa razão já valia a pena publicá-lo. Pode ser que ao fim de seiscentas páginas as memórias da história mais recente fiquem na moda. Afinal é o autor de Equador quem as escreve...Ver em O DIÁRIO DE NOTÍCIAS
http://dn.sapo.pt/2007/10/25/centrais/o_fascismo_amor_sousa_tavares.html
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Recuperação da casa de Verdemilho que pertenceu ao avô de Eça de Queiroz

Lisboa 6 de Agosto de 2007
Ex.mo Senhor dr. Élio Maia
Presidente da Câmara Municipal de Aveiro
É na dupla qualidade de queirozianista e de arquitecto que mais uma vez me dirijo ao Município de Aveiro no sentido de contribuir para a recuperação da fachada da casa que pertenceu ao avô de Eça de Queiroz, em Verdemilho, na qual o escritor passou os primeiros anos da sua vida, até à ida para o Porto para o Colégio da Lapa.
Seria absolutamente impensável em qualquer país civilizado da Europa, como V. Ex.cia sabe, uma situação tão confrangedora como é o estado actual dessa fachada. Decerto que todos sabemos também que o Município está endividado, pelo campo de futebol, etc. etc.A verdade é que havendo vontade de se empreender qualquer coisa, o que até esta data não se tem verificado, a obtenção de dinheiro para realizar este projecto seria o menor dos obstáculos. O que é necessário é começar por fazer um dossier documentado com fotografias, incluindo um projecto e um faseamento, acompanhados de uma estimativa orçamental. Essa estimativa conteria o custo de aquisição do terreno. Com esse documento seria fácil avançar para um pedido de comparticipação da Gulbenkian (onde Eça goza de uma grande empatia) e implicar também o Ministério da Cultura, gerido por uma queirozianista, a drª Isabel Pires de Lima. Este último organismo, de posse do dossier, poderia estudar o processo legal de expropriação do terreno por utilidade pública, de modo a habilitar o Município a adquiri-lo. Alguns bancos poderiam ser também facilmente mobilizados para o efeito de comparticipação orçamental. Tudo isto é praticável e simples e o Município tem todos os meios indispensáveis para elaborar este dossier.A primeira questão a resolver é a posse do terreno pelo Município. Para a recuperação em vista, a ideia que me parece a mais simples e viável seria reconstruir a fachada, demolindo o andar espúrio que a desfigura e montar o brasão de armas que se encontra no Museu de Aveiro. Esta seria a 1ª fase dos trabalhos, obra muito simples e relativamente barata, que constituiria o essencial da recuperação. A fachada, depois de todo o resto demolido, ficaria, é claro, com os vãos abertos, como expressão de uma «fachada-memória». Mais tarde poderia pensar-se em fazer em anexo, mas separadamente da fachada, uma construção discreta em terraço, capaz de abrigar uma exposição permanente relativa a Eça de Queiroz e exposições temporárias. Junto uma perspectiva da reconstrução da fachada, ou seja da sua restituição à expressão primitiva.Na gerência municipal anterior à de V.Ex.cia tratei tudo isto com o então Presidente, infrutiferamente. Como faço parte do conselho cultural da Fundação Eça de Queiroz, facilmente este organismo participará também desta realização, muito embora não economicamente, pois não dispõe de verbas para o efeito. Em tudo o que diz respeito ao projecto poderei participar gratuitamente da sua elaboração juntamente com os serviços municipais. Como V.Ex.cia vê não se trata para já de construir nada, mas apenas de fazer o arranjo de uma simples fachada. Com o dossier constituído poríamos em marcha este projecto que só pode dignificar o município a que V. Ex.cia preside.Na expectativa de uma resposta de V.Ex.cia, sou, com os melhores cumprimentos.
Alfredo Campos Matos
Ver artigo emO Primeiro de Janeiro
terça-feira, 23 de outubro de 2007
MARIA ANDRESEN estreia nas Quintas da Leitura - uma Granjola

Maria Andresen em estreia nas Quintas de Leitura
25 de Outubro
Duas estreias absolutas nas Quintas de Leitura
A poeta Maria Andresen e a cantora Eldbjørg Raknes
A próxima sessão de Quintas de Leitura intitula-se «Lugares e Passagens» e marca a estreia absoluta de Maria Andresen neste ciclo poético, num espectáculo a realizar no dia 25 de Outubro, às 22h00, no Café-Teatro do TCA.
Maria Andresen publicou até ao momento dois livros: «Lugares» (2001) e «Livro das Passagens» (2006), ambos editados pela Relógio d’Água.
Sobre esta voz importante da moderna poesia portuguesa, escreveu Eduardo Prado Coelho no suplemento do jornal Público «Mil Folhas»: «É necessário dizer que a poesia de Maria Andresen institui uma voz de grande originalidade na nossa poesia. De certo modo, ela é abstracta, no sentido em que o é na sua inclinação conceptual. Mas nunca o abstracto foi tão figurado, nunca conseguiu avançar com tanta energia, e por vezes quase fúria, no concreto, no jogo metafórico, nas cores mais sensíveis e sensuais».
As leituras da sessão estarão a cargo da poeta Filipa Leal e dos actores Pedro Lamares e Sandra Salomé. Maria Andresen, que no início da sessão conversará com Rosa Maria Martelo, lerá também alguns dos seus poemas.
No habitual momento dedicado à performance, Margarida Mestre volta ao TCA para apresentar a peça «Impressões», construída a partir de uma remontagem de textos de Maria Andresen.
A imagem da sessão mostrará pinturas e desenhos do arquitecto Diogo Vaz, marido da poeta, falecido em 2005.
Tempo ainda para ouvir, em estreia absoluta em Portugal, a cantora Eldbjørg Raknes, uma importante referência no contexto de improvisação vocal na Noruega. Improvisação e composição com e sem palavras, capazes de nos suster a respiração.
Junte-se a nós: Quintas de Leitura
UM POEMA DE MARIA ANDRESEN
Os papéis ardem como arde a casa
Os papéis ardem como arde a casa
e ardem cidades que dentro de mim guardava
em nomes alheados que articulo como
prece levantada ao encontro dos acasos.Mark Rothko
elevava as cores à ignorância de Deus
[in Livro das Passagens, Relógio d'Água, 2006]
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Novo Livro de GRANJOLA que não gosta da GRANJA

Sevilha, 1915 - Vale do Paraíba, 1945: trinta anos da história do século XX correm ao longo das páginas deste romance, com cenário no Alentejo, Espanha e Brasil. Através da saga dos Ribera Flores, proprietários rurais alentejanos, somos transportados para os anos tumultuosos da primeira metade de um século marcado por ditaduras e confrontos sangrentos, onde o caminho que conduz à liberdade parece demasiado estreito e o preço a pagar demasiado alto. Entre o amor comum à terra que os viu nascer e o apelo pelo novo e desconhecido, entre os amores e desamores de uma vida e o confronto de ideias que os separam, dois irmãos seguem percursos diferentes, cada um deles buscando à sua maneira o lugar da coerência e da felicidade.
Rio das Flores resulta de um minucioso e exaustivo trabalho de pesquisa histórica, que serve de pano de fundo a um enredo de amores, paixões, apego à terra e às suas tradições e, simultaneamente, à vontade de mudar a ordem estabelecida das coisas. Três gerações sucedem-se na mesma casa de família, tentando manter imutável o que a terra uniu, no meio da turbulência causada por décadas de paixões e ódios como o mundo nunca havia visto. No final sobrevivem os que não se desviaram do seu caminho.
Rio das Flores resulta de um minucioso e exaustivo trabalho de pesquisa histórica, que serve de pano de fundo a um enredo de amores, paixões, apego à terra e às suas tradições e, simultaneamente, à vontade de mudar a ordem estabelecida das coisas. Três gerações sucedem-se na mesma casa de família, tentando manter imutável o que a terra uniu, no meio da turbulência causada por décadas de paixões e ódios como o mundo nunca havia visto. No final sobrevivem os que não se desviaram do seu caminho.
Edição da OFICINA DO LIVRO
terça-feira, 16 de outubro de 2007
EÇA AGORA - Os Herdeiros dos Maias

A reinvenção das personagens de Eça de Queiroz numa história alucinante dos autores de O Código d`Avintes.
Tudo começa no Alegrete, palacete meio arruinado em que vive Afonso da Maia, avô de Carlos da Maia, jovem médico que se apaixona por Maria Hermengarda, fugindo dos ataques sensuais da Condessa de Varinho e deixando de lado a espampanante Lara Marlene, filha do riquíssimo Silvestre do Ó Saraiva, construtor civil que fez a sua larga fortuna através de métodos muito pouco recomendáveis.
À volta de Carlos movimentam-se Damásio Malcede, o lisboeta novo-rico, João da Régua, o eterno futuro-ministro, o Palma Cavalito, director da Trombeta do Demónio, e muitas outras personagens herdeiras dos famosos ?Maias? que se movimentam freneticamente numa crónica de costumes ao gosto deste tempo prodigioso do replay e do fast food.
No meio deste enredo surge mesmo o espírito de Eça de Queiroz a pôr alguma contenção a personagens e autores.
Num registo entre o queirosiano e a telenovela, quiseram os autores, cada um a seu modo, aplicar-se num enredo paralelo ao de Os Maias, observando a sociedade portuguesa do início do século XXI pelo monóculo risonho e severo do grande Eça. Resumiu um deles: ?Certamente, o Eça escreveria melhor mas não diria pior.?
Tudo começa no Alegrete, palacete meio arruinado em que vive Afonso da Maia, avô de Carlos da Maia, jovem médico que se apaixona por Maria Hermengarda, fugindo dos ataques sensuais da Condessa de Varinho e deixando de lado a espampanante Lara Marlene, filha do riquíssimo Silvestre do Ó Saraiva, construtor civil que fez a sua larga fortuna através de métodos muito pouco recomendáveis.
À volta de Carlos movimentam-se Damásio Malcede, o lisboeta novo-rico, João da Régua, o eterno futuro-ministro, o Palma Cavalito, director da Trombeta do Demónio, e muitas outras personagens herdeiras dos famosos ?Maias? que se movimentam freneticamente numa crónica de costumes ao gosto deste tempo prodigioso do replay e do fast food.
No meio deste enredo surge mesmo o espírito de Eça de Queiroz a pôr alguma contenção a personagens e autores.
Num registo entre o queirosiano e a telenovela, quiseram os autores, cada um a seu modo, aplicar-se num enredo paralelo ao de Os Maias, observando a sociedade portuguesa do início do século XXI pelo monóculo risonho e severo do grande Eça. Resumiu um deles: ?Certamente, o Eça escreveria melhor mas não diria pior.?
Mário Zambujal
Luísa Beltrão
José Jorge Letria
Alice Vieira
João Aguiar
José Fanha
Rosa Lobato Faria
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Amigos do Solar Condes de Resende - Confraria Queirosiana (ASCR–CQ)

Exposição conta com os trabalhos de mais dois elementos da Confraria Queirosiana
Confrades expõem criaçõesPelo segundo ano consecutivo os Amigos do Solar Condes de Resende – Confraria Queirosiana, proporcionaram aos seus confrades um espaço de exposição para obras da sua autoria no «Salon d’Automne». Patentes no Solar Condes de Resende estão 35 trabalhos, de 13 associados.Diana Campos FerreiraOs Amigos do Solar Condes de Resende - Confraria Queirosiana (ASCR–CQ) inauguraram recentemente o segundo «Salon d’Automne». Pelo segundo ano consecutivo, as salas de exposições temporárias do Solar Condes de Resende têm patente a arte dos seus confrades. Este ano, são mais os artistas e as obras expostas na mostra, onde são apresentados diversos tipos de estilos pictóricos, temas de propostas variadas, imãs mais universais, outras mais intimistas, que vão desde o retrato até à quase arte abstracta, passando pela criação da figuração pré-histórica, pelo neo-naturalismo e pelo neo-figuratismo, quer na pintura, quer na escultura.Fátima Teixeira, da comissão de arte dos ASCR-CQ explicou que o único requisito obrigatório para expor um trabalho nesta mostra é os participantes serem sócios da Confraria que, neste momento, conta já com cerca de 250 confrades. A ideia da iniciativa surgiu por parte da direcção da confraria, que “com o passar do tempo se foi apercebendo que entre o leque de associados que possuía, existiam alguns artistas, uns amadores e outros mais profissionais”. O ano passado expuseram na sala do Solar de Resende 11 confrades, mas este ano o número já aumentou para 13. Fátima Teixeira apesar de assumir não ser um “aumento muito significativo”. Deu-lhe o devido valor afirmando, “a diferença não é muito significativa, mas já cresceu”. Cada participante pode expor até três peças, havendo somente 4 dos participantes a apresentar duas obras, o que significa que estão patentes 35 trabalhos que variam entre a pintura, a cerâmica e a pedra. De acordo com Amélia Traça, “cada um de nós expôs temas que nos saíram cá de dentro e nos tocam de algum modo”. Todos com o seu próprio estilo e experiência retrataram aquilo que mais significado tinha para si, quer fosse do mero quotidiano ou de memórias passadas.Manuel Almeida dos Santos estava também presente, mas neste caso em representação da fábrica-atelier Cerâmica do Douro, a única fábrica de cerâmica que ainda persiste em Gaia. Esta empresa, também sócia da confraria decidiu fazer três peças para expor no Solar Condes de Resende com o intuito de manter viva a cerâmica em Gaia, respeitando os valores histórico-culturais que a caracterizam.
------------Curiosidade a Réplica de garrafa Para esta exposição, a Cerâmica do Douro apresenta uma garrafa de vinho do Porto, que é uma réplica da garrafa mais antiga deste vinho que tanto caracteriza o norte do país. Uma placa de azuleijaria com um provérbio inscrito e um covilhete com palavras de saudade e de nostalgia de Eça de Queirós são as duas outras peças que podem ser vistas nesta exposição que estará patente até ao final do mês.
A exposição é grátis para todos os familiares dos artistas, e o restante público pagará somente um euro.
ver notícia em O Primeiro de Janeiro
http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=6364d3f0f495b6ab9dcf8d3b5c6e0b01&subsec
PASSADIÇO VAI SER REFORÇADO
Apesar da Imagem ser de outro blog, aqui vai a notícia da autoria de Natacha Palma, hoje no JORNAL DE NOTÍCIAShttp://jn.sapo.pt/2007/10/15/porto/passadico_ser_reforcado.html
e a ver vamos como será?
"A empresa municipal Águas de Gaia vai proceder, muito em breve, a uma intervenção de fundo no passadiço junto à zona balnear na área entre a Granja, Gaia, e Espinho. Segundo o presidente do conselho de administração da Águas de Gaia, José Miranda de Sousa Maciel, trata-se de um troço situado em plena zona dunar e por isso mesmo com diversos desníveis, que tem sofrido, desde o início, múltiplos abatimentos, obrigando a intervenções de manutenção quase constantes.
Que o digam as centenas de pessoas que todos os dias percorrem a pé os cerca de três quilómetros do dito troço, pois rara é a vez em que não se confrontam com zonas de abatimento de um ou mais módulos de madeira dos quais é feito o passadiço e que normalmente ultrapassam com um salto ou um passo mais largo. A situação é velha conhecida dos pedestrianistas porém habituados a que o problema seja sempre resolvido num curto espaço de tempo.
"Não é normal deixarem passar tanto tempo sem virem arranjar o passadiço, daí ter estranhado quando num só dia contei cinco situações de tábuas caídas entre a Granja e Espinho, o que se torna muito perigoso sobretudo para quem não vai atento", contou Conceição Castro, de Espinho, isto num dia em que os tais casos já haviam sido resolvidos.
Atentos ao meio ambinteO presidente da Águas de Gaia fez ainda questão de frisar que os critérios de manutenção da estrutura não mudaram com o correr do tempo, continuando tal a ser uma prioridade para aquela empresa municipalQuanto à obra que irá ter lugar no troço entre a Granja e Espinho, José Maciel explicou que a intervenção não poderá nunca deixar de levar em conta o facto de se tratar de uma zona dunar e por isso uma área muito sensível em termos ambientais. "
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Antóno Eça de Queiroz - responde ao Questionário de PROUST

1.O que é para si a felicidade absoluta?
R- Desconheço o conceito
2.Qual considera ser o seu maior feito?
2.Qual considera ser o seu maior feito?
R- Conseguir, à distância, tirar um amigo duma prisão inglesa
3.Qual a sua maior extravagância?
3.Qual a sua maior extravagância?
R- Usar uma água de colónia que só se vende em Paris
4.Que palavra ou frase mais utiliza?
4.Que palavra ou frase mais utiliza?
R- Provavelmente…
5.Qual o traço principal do seu carácter?
5.Qual o traço principal do seu carácter?
R- Casmurrice
6.O seu pior defeito?
6.O seu pior defeito?
R- Casmurrice
7.Qual a sua maior mágoa?
7.Qual a sua maior mágoa?
R- A morte prematura do meu Pai
8.Qual o seu maior sonho?
8.Qual o seu maior sonho?
R- Ter uma quinta
9.Qual o dia mais feliz da sua vida?
9.Qual o dia mais feliz da sua vida?
R- Ainda não aconteceu…, mas o nascimento dos meus filhos andou lá perto
10.Qual a sua máxima preferida?
10.Qual a sua máxima preferida?
R- Não faças aos outros o que não queres para ti
11.Onde (e como) gostaria de viver?
11.Onde (e como) gostaria de viver?
R- Provavelmente em África – com muito dinheiro – ou em Portugal (nas mesmas circunstâncias)
12.Qual a sua cor preferida?
12.Qual a sua cor preferida?
R- O azul turquesa
13.Qual a sua flor preferida?
13.Qual a sua flor preferida?
R- Jasmim do Cabo
14.O animal que mais simpatia lhe merece?
14.O animal que mais simpatia lhe merece?
R- O ornitorrinco, o burro, o cão (a cadela)… e muitos mais com o mesmo entusiasmo
15.Que compositores prefere?
15.Que compositores prefere?
R- Eric Satie, Mozart, Kurt Weill, Gershwin, Stravinsky
16.Pintores de eleição?
16.Pintores de eleição?
R- Lucien Freud, Turner, Picasso, Derrain, Cézanne, Amadeo, Vieira da Silva
17.Quais são os seus escritores favoritos?
17.Quais são os seus escritores favoritos?
R- Umberto Eco, Amin Malouf, Herman Hesse, Eça de Queiroz…
18.Quais os poetas da sua eleição?
18.Quais os poetas da sua eleição?
R- Patrice de La Tour du Pin, Pessoa, Leonard Cohen, Syd Barrett, Jim Morrisson
19.O que mais aprecia nos seus amigos?R- Lealdade
20.Quais são os seus heróis?
19.O que mais aprecia nos seus amigos?R- Lealdade
20.Quais são os seus heróis?
R- Francisco de Assis, Teresa de Calcutá, Gandhi
21.Quais são os seus heróis predilectos na ficção?
21.Quais são os seus heróis predilectos na ficção?
R- Kilgor Trout (Adeus abominável segunda-feira ou Pequeno-almoço de campeões, de Kurt Vonneggut Jr.), D. Quixote de La Mancha, Black Adder e Nosferatu
22.Qual a sua personagem histórica favorita?
22.Qual a sua personagem histórica favorita?
R- Fernão de Magalhães
23.E qual é a sua personagem favorita na vida real?
23.E qual é a sua personagem favorita na vida real?
R- Os meus dois filhos
24.Que qualidade(s) mais aprecia num homem?
24.Que qualidade(s) mais aprecia num homem?
R- Lealdade e coragem
25.E numa mulher?
25.E numa mulher?
R- Lealdade, beleza e coragem
26.Que dom da natureza gostaria de possuir?
26.Que dom da natureza gostaria de possuir?
R- A renovação da primavera
27.Qual é para si a maior virtude?
27.Qual é para si a maior virtude?
R- Lealdade
28.Como gostaria de morrer?
28.Como gostaria de morrer?
R- Sem reparar
29.Se pudesse escolher como regressar, quem gostaria de ser?
29.Se pudesse escolher como regressar, quem gostaria de ser?
R- Eu, sem dúvida, mas com alguns retoques…
30.Qual é o seu lema de vida?
30.Qual é o seu lema de vida?
R- Até onde me levar o engenho humano
ver em o site http://livros.online.pt/proust/qp_antonioecaqueiroz.html
e saiba mais sobre o autor GRANJOLA
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
EXPOSIÇÃO AQUISIÇÕES QUEIROSIANAS Para quando na GRANJA???

De 20 de Setembro a 27 de Outubro de 2007 Entrada livre Inauguração: 20 de Setembro de 2007 18h00
EXPOSIÇÃOAquisições QueirosianasExposição ilustrativa das Aquisições Queirosianas desde 1977 até aos nossos dias.
A Biblioteca Nacional de Portugal promove uma exposição ilustrativa das Aquisições Queirosianas desta instituição desde 1977 até aos nossos dias.
Trata-se de exibir os manuscritos autógrafos de Eça de Queirós adquiridos pela BNP, através de compra ou oferta, nos últimos trinta anos.
Deste conjunto de documentos destacam-se três grandes grupos: cartas dirigidas por Eça a amigos e companheiros de geração – Oliveira Martins, Ramalho Ortigão, Jaime Batalha Reis, Mariano Pina, Conde de Arnoso – presentes nos respectivos espólios e, sobretudo, as cartas inéditas escritas ao seu superior no Ministério dos Negócios Estrangeiros, Jesuíno Ezequiel Martins, procedentes da Torre do Tombo. O segundo grupo engloba dois manuscritos completamente desconhecidos até à sua compra, em 2001 e 2004 - «Almanaques» e «Cartas de Fradique Mendes» - e fragmentos do autógrafo «O primo João de Brito», texto que viria a originar O primo Basílio.
Finalmente, o núcleo mais importante desta exposição inclui manuscritos dos romances A cidade e as serras, A Ilustre casa de Ramires e do artigo «Novos factores da política portuguesa». Perdidos há mais de trinta anos, estes autógrafos, doados à Biblioteca Nacional pela Fundação Millenium BCP, vieram enriquecer grandemente os fundos do Arquivo de Cultura Portuguesa Contemporânea da Biblioteca Nacional e acrescentar materiais preciosos para o trabalho dos investigadores da vida e obra de Eça de Queirós.
Na mesma ocasião foi lançado um catálogo / roteiro da exposição contendo ensaios de Jorge Couto , Isabel Pires de Lima, Carlos Reis, A. Campos Matos, Irene Fialho e Manuel Vieira da Cruz.
Outras informações sobre a exposição poderão ser solicitadas para o correio electrónico: rel_publicas@bn.pt, ou pelos telefones 21 798 2068/21 798 2428.
Visitas Guiadas (por inscrição)
Terças e quintas-feiras às 15:00h
Marcações através dos telefones 21 798 2068 / 21 798 2428 ou do endereço electrónico rel_publicas@bn.pt
EXPOSIÇÃOAquisições QueirosianasExposição ilustrativa das Aquisições Queirosianas desde 1977 até aos nossos dias.
A Biblioteca Nacional de Portugal promove uma exposição ilustrativa das Aquisições Queirosianas desta instituição desde 1977 até aos nossos dias.
Trata-se de exibir os manuscritos autógrafos de Eça de Queirós adquiridos pela BNP, através de compra ou oferta, nos últimos trinta anos.
Deste conjunto de documentos destacam-se três grandes grupos: cartas dirigidas por Eça a amigos e companheiros de geração – Oliveira Martins, Ramalho Ortigão, Jaime Batalha Reis, Mariano Pina, Conde de Arnoso – presentes nos respectivos espólios e, sobretudo, as cartas inéditas escritas ao seu superior no Ministério dos Negócios Estrangeiros, Jesuíno Ezequiel Martins, procedentes da Torre do Tombo. O segundo grupo engloba dois manuscritos completamente desconhecidos até à sua compra, em 2001 e 2004 - «Almanaques» e «Cartas de Fradique Mendes» - e fragmentos do autógrafo «O primo João de Brito», texto que viria a originar O primo Basílio.
Finalmente, o núcleo mais importante desta exposição inclui manuscritos dos romances A cidade e as serras, A Ilustre casa de Ramires e do artigo «Novos factores da política portuguesa». Perdidos há mais de trinta anos, estes autógrafos, doados à Biblioteca Nacional pela Fundação Millenium BCP, vieram enriquecer grandemente os fundos do Arquivo de Cultura Portuguesa Contemporânea da Biblioteca Nacional e acrescentar materiais preciosos para o trabalho dos investigadores da vida e obra de Eça de Queirós.
Na mesma ocasião foi lançado um catálogo / roteiro da exposição contendo ensaios de Jorge Couto , Isabel Pires de Lima, Carlos Reis, A. Campos Matos, Irene Fialho e Manuel Vieira da Cruz.
Outras informações sobre a exposição poderão ser solicitadas para o correio electrónico: rel_publicas@bn.pt, ou pelos telefones 21 798 2068/21 798 2428.
Visitas Guiadas (por inscrição)
Terças e quintas-feiras às 15:00h
Marcações através dos telefones 21 798 2068 / 21 798 2428 ou do endereço electrónico rel_publicas@bn.pt
ver notícia em http://www.bn.pt/agenda/evento-aquis-queirosianas.html
e consulte o site em
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
PASSEIO DE BICICLETA da GRANJA até GAIA
PRELÚDIO - de INÊS BOTELHO filha de GRANJOLA

Aos 21 anos, Inês Botelho acaba de lançar o quarto livro: «Prelúdio» é o seu primeiro romance
Um prenúncio de luz.Nasceu em 1986 em Vila Nova de Gaia. Estudante de Biologia na Faculdade de Ciências do Porto, Inês Botelho começou a publicar a trilogia de literatura fantástica «O Ceptro de Aerzis» aos 17 anos. A colecção Jovens Talentos da Gailivro começou por acolher os seus três primeiros títulos: «A Filha dos Mundos» (2003), «A Senhora da Noite e das Brumas» (2004) e «A Rainha das Terras da Luz» (2005). Este mês, chega às livrarias o primeiro romance de Inês: «Prelúdio», publicado pela mesma editora, mas agora na colecção Enredos. A jovem cientista das letras adianta: “Esta é uma história de histórias. Um livro de silêncios”.
Ora, se alguém disse um dia “Vou entrar para a Literatura como se entrasse para o convento”, talvez esse seja o caso da jovem escritora, a quem hoje não sobra muito tempo para estudar – com tantos encontros com os seus leitores em escolas e bibliotecas.E o livro? E a literatura? Em «Prelúdio», a personagem central luta contra uma doença. A infância e a morte são, aliás, pontos cardeais nas histórias de Inês Botelho.
Da apresentação«Prelúdio», da editora Gailivro, foi apresentado pelo jornalista e escritor Sérgio Almeida, a 22 de Setembro, no Museu Soares dos Reis. No próximo dia 12, Inês Botelho estará na FNAC do NorteShopping, às 21h, ao lado do Professor Celso Gomes.
Ver toda a notícia e entrevista em O Primeiro de Janeiro
sábado, 29 de setembro de 2007
PARQUE EMPRESARIAL EM S. FÉLIX DA MARINHA...Deixem-me rir

Câmara Municipal anuncia investimento global de 50 milhões de euros
Sete parques empresariaisVila Nova de Gaia terá disponíveis, a partir dos próximos meses, sete novos parques empresariais. Trata-se de um investimento global de 50 milhões de euros, numa área de 90 mil metros quadrados, que permitirá criar 750 postos de trabalho no concelho.
Os novos parques empresariais equivalem a um investimento físico de 30 milhões de euros; o valor dos terrenos cifra-se em 20 milhões, o que totaliza a soma global de 50 milhões. A longo prazo, em São Félix da Marinha, também “se prevê um grande investimento do ramo automóvel, que vem de outro concelho. Estamos a trabalhar nisso”, sublinha o autarca.Em Novembro, delegações estrangeiras visitam Portugal, incluindo importantes empresas espanholas na área do investimento industrial. Neste âmbito, está a ser preparado um trabalho prévio pela AMIGaia – Agência Municipal de Investimento de Gaia, com vista a receber as delegações.
Ver em O Primeiro de Janeiro
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
ILUSTRES GRANJOLAS e Granjenses
terça-feira, 25 de setembro de 2007
BIOGRAFIA DE EÇA DE QUEIROZ
Maria Filomena Mónica, investigadora do Instituto de Ciências Sociais (ICS), viu recentemente a sua Biografia de Eça de Queiroz receber críticas bastante positivas numa recensão publicada no mais recente número da Bulletin of Hispanic Studies, uma das mais influentes revistas dedicadas ao estudo do mundo ibérico.A crítica literária, a propósito da versão inglesa do livro editada pela Woodbridge, foi escrita por Thomas F. Earle, um dos mais conceituados professores de estudos portugueses da Universidade de Oxford, que considerou “excelente” a biografia da autoria de Maria Filomena Mónica. Para a socióloga e investigadora do ICS, “o prefácio que Sir Raymond Carr escreveu na edição anglo-saxónica foi decisivo. Estou confiante que esta não será a única recensão”. No texto publicado na Bulletin of Hispanic Studies, Thomas F. Earle refere que esta biografia “pode encorajar os leitores ingleses a penetrar no mundo do maior dos romancistas portugueses”. O professor faz ainda alusão à dificuldade da autora de obter material sobre Eça de Queiroz já que a maior parte da documentação pessoal do escritor perdeu-se num naufrágio do barco que fazia a ligação entre França e Portugal. A difícil relação de Eça com a mãe e o seu distanciamento face à vida intelectual francesa são alguns dos pontos que Thomas F. Earle destaca na sua crítica. As mentiras de EçaPublicada em 2001, a Biografia de Eça de Queiroz resultou de uma investigação que, ao longo de cinco anos, levou Maria Filomena Mónica a consultar cartas, relatórios consulares, opúsculos, artigos de imprensa e também a biografia escrita por João Gaspar Simões em 1945. Admiradora do escritor desde a adolescência, a socióloga publicou este ano Ensaios sobre Eça de Queiroz, que reuniu textos com diversas origens. Para a investigadora, “além do seu notório talento literário, Eça era um homem inteligente, irónico e lúcido”, qualidades que confessa apreciar. Contudo, as pesquisas efectuadas levaram-na a tomar contacto com aspectos mais sombrios da personalidade do romancista. “Ao longo dos últimos anos, vim a descobrir as mentiras que Eça escreveu sobre o concurso para cônsul a que se submeteu, bem como a polémica de que, em diversas ocasiões, o escritor plagiara autores franceses.
Em suma, descobri que Eça era um génio mas não um santo”.
ver notícia em O Primeiro de Janeiro
domingo, 23 de setembro de 2007
ILUSTRE GRANJOLA a Editar
INÊS BOTELHO, filha de Luísa Rocha, lançou ontem novo livro, PRELÚDIO, na Editora Gailivro, após a Triologia O CEPTRO DE AERZIS, constituída por A FILHA DOS MUNDOS (2003), A SENHORA DA NOITE E DAS BRUMAS (2004) e A RAINHA DAS TERRAS DA LUZ (2005).O lançamento, cheio de gente e de amigos, foi feito no Auditório do Museu Soares dos Reis, ontem dia 22 de Setembro e as apresentações nas FNACs serão nos dias
28/9/2007 - Apresentação na Fnac do Gaiashopping, às 21h
12/10/2007 - Apresentação na Fnac do Norteshopping, às 21h
Está também prevista uma apresentação em Lisboa no início de Novembro, mas ainda não tem data certa.
Poderá ainda se encontrar mais dados no site da escritora www.inesbotelho.com
Vejam e apareçam!
sábado, 22 de setembro de 2007
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
EXPOSIÇÃO AQUISIÇÕES QUEIROSIANAS

Inaugurada ontem na BIBLIOTECA NACIONAL a Exposição AQUISIÇÕES QUEIROSIANAS que estará patente ao público até dia27 de Outubro possuí um catálogo exemplar com vários artigos de queirosianos como: "três décadasde aquisições de manuscritos" de Jorge Couto, "As caudas luminosas do cometa" de Isabel Pires de Lima, "os olhos de Juno e a razão de Minerva depois de Libuska" de Carlos Reis e ainda, "Novas Cartas inéditas: introdução, leitura e transcrição"de A. Campos Matos.
A não perder com ainda alguns artigos de análise filológica e arquivística de Irene Fialho e "Notas sobre alguns manuscritos de Eça de Queirós" de Manuel M. C. Vieira da Cruz.
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
CARTAS INÉDITAS DE EÇA na BN

Manuscritos de romances, cartas inéditas e fragmentos do texto que originaria «O primo Basílio» fazem parte de uma exposição de documentos autógrafos de Eça de Queirós patente na Biblioteca nacional a partir do dia 20.
A instituição deu à mostra o nome de «Aquisições queirosianas», para a qual reuniu textos com a assinatura do romancista adquiridos, através de compra ou oferta, nos últimos 30 anos.
Constam do acervo cartas dirigidas por Eça a amigos e companheiros de geração - Oliveira Martins, Ramalho Ortigão, Jaime Batalha Reis, Mariano Pina, Conde de Arnoso - e outras escritas ao seu superior hierárquico no Ministério dos Negócios Estrangeiros, Jesuíno Ezequiel Martins, procedentes da Torre do Tombo.
Um segundo grupo de documentos inclui dois manuscritos completamente desconhecidos até à sua compra, em 2001 e 2004 - «Almanaques» e «Cartas de Fradique Mendes» - e fragmentos do autógrafo «O primo João de Brito», que viria a originar «O primo Basílio».
No que a Biblioteca Nacional diz ser «o núcleo mais importante desta exposição» poderão ser vistos manuscritos de «A cidade e as serras», um romance que Eça não reviu totalmente, de «A ilustre casa de Ramires» e do artigo «Novos factores da política portuguesa».
Segundo a instituição, estes últimos autógrafos estavam «perdidos há mais de 30 anos» e foram-lhe doados pela Fundação Millenium BCP.
No quadro da exposição, patente até 27 de Outubro, será lançado um catálogo/roteiro com ensaios de Jorge Couto, Isabel Pires de Lima, A. Campos Matos e Manuel Vieira da Cruz.
A instituição deu à mostra o nome de «Aquisições queirosianas», para a qual reuniu textos com a assinatura do romancista adquiridos, através de compra ou oferta, nos últimos 30 anos.
Constam do acervo cartas dirigidas por Eça a amigos e companheiros de geração - Oliveira Martins, Ramalho Ortigão, Jaime Batalha Reis, Mariano Pina, Conde de Arnoso - e outras escritas ao seu superior hierárquico no Ministério dos Negócios Estrangeiros, Jesuíno Ezequiel Martins, procedentes da Torre do Tombo.
Um segundo grupo de documentos inclui dois manuscritos completamente desconhecidos até à sua compra, em 2001 e 2004 - «Almanaques» e «Cartas de Fradique Mendes» - e fragmentos do autógrafo «O primo João de Brito», que viria a originar «O primo Basílio».
No que a Biblioteca Nacional diz ser «o núcleo mais importante desta exposição» poderão ser vistos manuscritos de «A cidade e as serras», um romance que Eça não reviu totalmente, de «A ilustre casa de Ramires» e do artigo «Novos factores da política portuguesa».
Segundo a instituição, estes últimos autógrafos estavam «perdidos há mais de 30 anos» e foram-lhe doados pela Fundação Millenium BCP.
No quadro da exposição, patente até 27 de Outubro, será lançado um catálogo/roteiro com ensaios de Jorge Couto, Isabel Pires de Lima, A. Campos Matos e Manuel Vieira da Cruz.
Diário Digital / Lusa
domingo, 16 de setembro de 2007
O RAPAZ DE BRONZE de SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDERSEN

Estreia mundial de «O Rapaz de Bronze», de Nuno Côrte-Real
Universo adulto num contexto infantilUma semana depois de «O Castelo do Duque Barba Azul», de Béla Bartók., a Sala Suggia da Casa da Música acolheu ontem, em estreia mundial, a ópera «O Rapaz de Bronze», de Nuno Côrte-Real. Uma adaptação baseada no conto homónimo de Sophia de Mello Breyner. Nuno Côrte-Real compôs a música. José Maria Vieira Mendes escreveu o libreto, adaptado ao conto homónimo de Sophia de Mello Breyner Andresen. Christoph König dirigiu os 15 músicos do Remix Ensemble dispostos no cenário de João Henriques, com cenografia de Pedro Cabrita Reis. Ana Luena criou os figurinos dos protagonistas da ópera «O Rapaz de Bronze» ontem, estreada mundialmente, na Sala Suggia, da Casa da Música. Florinda (Nora Sourouzian), Eduarda Melo (Rapaz de Bronze), Daniel Norman (Gladíolo), Margarida Reis (Tulipa), Alexandra Moura (Rosa), Ana Barros (Orquídea), João Sebastião (Begónia) e Job Tomé (Cravo) constituem o elenco operático desta história que conta o regresso de Florinda ao jardim da sua infância, agora adulta. Guiada pelo Rapaz de Bronze, uma estátua que à noite se transforma no rei do jardim, Florinda recorda a noite em que um belo e vaidoso Gladíolo se revolta perante o esquecimento a que é votado pela dona do castelo que ordena ao jardineiro para que não colha mais gladíolos para enfeitar as jarras das suas festas. A bonita flor decide organizar um baile de flores, reunindo uma comissão formada pela Rosa, o Cravo, a Orquídea, a Begónia e a Tulipa, presidida pelo Rapaz de Bronze, e para a qual convidam Florinda, “porque se os humanos usam flores nas suas jarras para abrilhantar as suas festas, as flores devem também usar os humanos para enfeitar os seus bailes”.
Notícia em O Primeiro de Janeiro
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
PATRIMÓNIO DA GRANJA a degradar-se


É... era bonito o edifício da Estação dos Caminhos de Ferro da GRANJA mas, infelizmente, está a cair e, os bonitos azulejos que no tempo do Engº Genestal Machado, a CP bem cuidava e conservava agora, já se vêem os buracos.
Quando cairem, ou forem roubados os restantes azulejos virão os jornais falar do património e, a Câmara Municipal de Gaia, dizer que pediu a classificação mas que não é nada com ela, pois ....o património pertence à CP.
Entretanto, virá a Junta de Freguesia, que já deveria ter tomado as devidas deligências, juntar-se aos que "choram" lágrimas de corcodilo pela nossa "senhora dos votos".
Enfim...dizem que há uma associação dos amigos da GRANJA...onde pára????
Quando o que resta cair, virão "os pseudo notáveis" dar entrevistas.
Ficamos a aguardar.....sentados ,claro!
EÇA DE QUEIROZ NA BIBLIOTECA NACIONAL

A BN - Biblioteca Nacional vai mostrar novidades sobre Eça de Queiroz.
AQUISIÇÕES QUEIROSIANAS é o título da Exposição que vai inaugurar no dia 20 de Setembro, no Museu do Livro da instituição, e onde vão ser mostrado o espólio adquirido pela Bn em 1977. entre os documentos que ao longo de três décadas entraram na casa incluem-se manuscritos de outros espólios (como o de Ramalho Ortigão) de colecções particulares e cartas inéditas que haviam pertencido à Torre do Tombo_ ANTT
Contudo, o material mais importante é o entregue pelo Millenium BCP e que incluí versões manuscritas de A ILUSTRE CASA DE RAMIREZ, A CIDADE E AS SERRAS e o ensaio NOVOS FACTORES DA POLÍTICA PORTUGUESA .
A EXPOSIÇÃO vai estar aberta até 24 de Outubro.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Praia da Granja: más notícias, mau tempo…
Transcreve-se aqui o texto publicado em O Primeiro de Janeiro por Ernesto Ricou
"Cometeu-se o irreparável! Destruição patrimonial irreversível. A casa da família Eça de Queirós demolida, envolta apenas pelo ruído ensurdecedor dos buldozers em acção!Anos de luta, entrevistas em rádios nacionais e privadas, na RTP e na RTP internacional. Artigos de imprensa curtos e outros de fundo. Promovi encontros com jornalistas, organizei visitas guiadas (in loco), contactei responsáveis autárquicos e expliquei a nativos da Granja a sua história.De que serviu? Hoje falta uma peça principal do puzzle!O que se pretende para aqui é a salvaguarda das raízes comuns, através de uma intransigente acção de protecção dos bens culturais com que o tempo, a história nos presentearam. O penúltimo proprietário, o eminente médico especialista em doenças pulmonares Dr. José Cabral, casado com a senhora Dona Mariazinha Eça de Queirós Cabral, aqui viveu. Juntos tiveram 9 filhos e cultivaram a memória de seu avô e bisavô ilustre antepassado. Nesta mansão faleceu sua esposa a Condensa de Resende.De passagem pela cidade do Porto, em visita familiar e profissional de curta estadia, lanço um APELO, mais um!... Primeiro aos Granjolas que como eu ainda tecem a fio de ouro os laços que nos ligam indefectivelmente à nossa terra. Depois segue-se o IPPAR, Luís Filipe Menezes, directores de empresas de construção civil e imobiliária. Impõem-se o respeito (a todos) pelas Cartas de Veneza (1964) e convenções internacionais e nacionais animadas e rectificadas pelo nosso País. A TERRA DE SANTA CRUZ necessita urgentemente de repousar, oferecendo-se generosamente, sagradamente aos seus habitantes, e aos visitantes nacionais e estrangeiros, na sua esplêndida plenitude histórica e integridade territorial. Fechemos definitivamente a porta à incompetência e à irresponsabilidade. Repito, salientando a importância do conjunto ambiental-arquitéctónico, da pérola à beira mar trazida à luz de forma genuinamente única!Deixo aqui algumas propostas ou sugestões. Assim, no local da antiga casa demolida, criar um Centro Cultural, um espaço vocacionado para a história local e da história dos personagens a ela ligados, denominado Centro cultural Eça de Queirós, exortando o IPPAR, com extrema urência e prioridade absoluta, a conceder-lhe um estatuto final digno da sua valia Patrimonial.Desejo ainda a publicação urgente de um livro de fotografias sobre a Praia da Granja, já disponível, assim como o incentivo a outras publicações iconográficas respeitantes a esta temática, na perspectiva de edição futura de monografias."
Alguém um dia destes irá escrever outro texto, dentro da mesma linha, quando o que resta da ESTAÇÃO DOS CAMINHOS DE FERRO fôr a baixo e o que resta dos seus azulejos desaparecerem,claro!
É pena que não se olhe para o tecido "Urbano" da Granja, que se centra em volta e virado para a linha do Comboio e que, esse magnífico edifício esteja, ao abandono total.
Um Centro Cultural - hoje precisa de estacionamento, precisa de infraestruturas e principalmente de actividade cultural coisa que não se resume a "copos" na esplanada, nem
De qualquer forma Parabéns ao Dr. Eduardo Ricou por colocar o dedo na ferida.
Câmara de Gaia quer protecção integral para a Granja...a VER VAMOS

Câmara de Gaia quer protecção integral para a Granja
Depois da casa de Eça demolida…Eça nunca lá morou, mas a sua mulher ali faleceu. Ficou sempre conhecida na Granja como a «Casa dos Eças» e teve como fim a demolição completa.
Agora, a Câmara de Gaia quer proteger a unidade arquitectónica e patrimonial do local.
Num artigo de Miguel Ângelo em O Primeiro de Janeiro
"Casa roubada, trancas à porta. Para evitar situações como a que levou à demolição da moradia na Praia de Granja que albergou a família de Eça de Queiroz e os seus descendentes, a Câmara de Gaia está a preparar um plano de protecção da zona, que obrigará futuras intervenções a respeitarem pela forma características construtivas e materiais e acabamentos anteriormente existentes, típicos da arquitectura erudita de tipo eclético de finais do século XIX. Esta medida passa também pela classificação de protecção integral da Granja, dado o seu interesse patrimonial, arquitectónico e histórico, no âmbito do processo em curso de revisão do Plano Director Municipal do concelho. Assim sendo, a autarquia considera imprescindível “o respeito pela identidade do lugar e do seu tecido urbano único, pontuado por edificações singulares”, ressalvando-se, no entanto, “a devida proporção de flexibilidade necessária à sua sustentabilidade, compatibilizando-o com novas intervenções”. (...)
Ver em
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
JN com uma página sobre a GRANJA

O JN de hoje num artigo da Natacha Palma vêm falar da Recuperação do Hotel da Granja e da Assembleia.
Embora não concorde com o início do artigo pois emblemático é sim o edifício da ESTAÇÃO DA CP Caminhos de Ferro onde parava o "foguete" e com o qual a GRANJA recebia os visitantes que lhe deram nome, além disso toda a estrutura da Granja é, não virada para o mar mas para a Linha do Caminho de Ferro, que a distinguia das outras estações e apiadeiros.










