segunda-feira, 10 de setembro de 2007

JN com uma página sobre a GRANJA


O JN de hoje num artigo da Natacha Palma vêm falar da Recuperação do Hotel da Granja e da Assembleia.
Embora não concorde com o início do artigo pois emblemático é sim o edifício da ESTAÇÃO DA CP Caminhos de Ferro onde parava o "foguete" e com o qual a GRANJA recebia os visitantes que lhe deram nome, além disso toda a estrutura da Granja é, não virada para o mar mas para a Linha do Caminho de Ferro, que a distinguia das outras estações e apiadeiros.

sábado, 1 de setembro de 2007

FOLHAS CAÍDAS - Sophia de Melo Breyner Andresen


É um Poema de SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN escolhido para as FOLHAS CAÍDAS da BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT no Porto.
A LER!

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Nunca visto "INTELIGÊNCIA" CULTURAL GAIENSE




A Exposição GRANJA DE TODOS OS TEMPOS foi exposta, durante o Verão, no Solar Condes de Resende, em Canelas.
Notável...no período de Verão, em que as pessoas vêm para a praia e estão de férias, a Cultura GAIENSE teve a notável ideia de colocar, em Canelas, a EXPOSIÇÃO e, de repetir, a venda de livros, iguaizinhos ao ano passado, sem nada de novo a não ser velharia, na PISCINA DA GRANJA, um notável espaço para se fazerem coisas com o mínimo de "carís cultural".
Estamos esclarecidos...como vamos e onde vamos de cultura em GAIA e em ARCOZELO.

ANTECIPAÇÃO DA DATA da CAMINHADA DA AJovem

BOAS!
A CAMINHADA NO GERÊS FOI ALTERADA DO DIA 9 SET. PARA 8 SET. (SABADO)
INSCREVAM-SE ENQUANTO É TEMPO!!!

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

ILUSTRES GRANJOLAS e Granjenses


Cá temos dois ilustres o José de Sousa e o sr. Joaquim Costa, emigrante na Venezuela e filho do sr. Joaquim "Camarinha" que foi marceneiro dos "4 costados" e que também foi emigrante na Venezuela mas que ainda têm cá descendentes.

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

SEM CASA mas há a Obra




Editado pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim com os Livros Horizonte, faz tempo, ainda no tempo do nosso querido Manuel Lopes a obra de Campos Matos que muito nos têm a dizer sobre a Obra do EÇA DE QUEIROZ e o escritor.
RETRATOS DE MEMÓRIA de EÇA DE QUEIROZ editado pelo Diário Pernambucano da autoria de outro Queiroziano, responsável pela Confraria Queiroziana no RECIFE, o Prof. DAGOBERTO CARVALHO JR. que muito nos ensina também sobre a obra e o escritor.
Já que não temos casa fiquemo-nos pela escrita.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

MAIS UM EPISÓDIO DO FOLHETIM - CASA DO EÇA



Mais um episódio com lágrimas de crocodilo sobre a CASA DO EÇA na GRANJA.

Segue,claro, dentro de momentos os vários filmes embora com actores mediocres e outros que tais.

"Casa onde morou família de Eça de Queirós terá de ser reconstruída, afirmou Marco António Costa"
É ver os vários artigos dos Jornais que, claro, só agora, que a casa foi a baixo, é notícia.


ver em O PRIMEIRO DE JANEIRO
"A demolição da casa onde viveram os familiares de Eça de Queirós, na Granja, motivou uma acesa discussão entre a vereadora da CDU, Ilda Figeiredo, e o vereador da Acção Social,Guilherme Aguiar. O presidente em exercício entregou já um pedido de explicações para a demolição."
http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=

e em O JORNAL DE NOTÍCIAS
http://jn.sapo.pt/2007/08/28/porto/camara_assume_erro_demolicao_casa_ec.html
Câmara assume erro na demolição da casa de Eça
artigo magnífico de Inês Schreck e Fernando Timóteo

"A Câmara de Gaia assumiu, ontem, que os serviços erraram no caso que culminou com a demolição da casa onde viveu a viúva de Eça de Queirós, na Granja, e instaurou um processo de averiguação. O vice-presidente da autarquia quer saber por que razão é que os técnicos da Autarquia propuseram a demolição do edifício e não a reconstrução, quando o novo Plano Director Municipal (em revisão) previa a classificação do imóvel por interesse municipal."Os serviços não agiram bem. Nunca deveria ter existido uma notificação para demolição", afirmou Marco António Costa. O autarca explicou ao Executivo que o estado de degradação da casa e a insalubridade do terreno motivaram queixas dos vizinhos. Os técnicos municipais foram ao local e elaboraram um relatório para demolição do imóvel. Dias depois, o proprietário foi notificado para pronunciar-se da decisão e procedeu, sem a respectiva licença, à demolição do edifício do final do século XIX. "Por que razão é que os serviços não ouviram a Gaiurb? Por que se fez uma proposta de demolição e não de recuperação?", questionou Marco António Costa, acrescentando, por outro lado, que a Autarquia vai "accionar todas as medidas legais junto do proprietário, que ultrapassou claramente a lei". Reconstrução do originalPara evitar a "especulação imobiliária", o vice-presidente da Câmara exarou um despacho, no passado dia 1 deste mês, para a reconstrução do edifício original, "com respeito pela forma, características construtivas, materiais e acabamentos anteriormente existentes".

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

A CASA que foi e que nunca será EÇA -notas anónimas


Acabam de me chegar algumas notas que aqui se publicam sobre o "folhetim" da CASA DE EÇA que foi a baixo...
É pena não haver autor mas mesmo assim não resisto a partilha-la com todos os que estão indignados com o facto da CASA TER IDO A BAIXO.
"Andam a brincar connosco, senão vejamos;
Sem duvida que a casa era muito bonita, e com Eça ou sem Eça é um facto que
a Praia da Granja ficou mais pobre.
Mas, primeiro o mais importante, Sabiam que a Câmara de Gaia aprovou no
PDM para aquele terreno mais o da casa do lado (do mesmo proprietário) ,
8000m2 de construção, e para quem duvide, a triste prova é que inclausuraram
a casa no meio de construção maciça de 5 pisos onde anteriormente existiram
outras belas casas.
O Múnicipio não sabia do valor histórico da casa nem sequer a pensava
interessante pois mandou-a demolir no prazo de 30 dias, caso contrario a
própria autarquia se encarregaria de o fazer, isto porque, com a excepção dos
vizinhos nínguem reparou que a casa, chamada do Eça, estava realmente a
caír, porque a ruir estão muitas, umas boas outras más, ou seja, todas iguais.
Invariavelmente vão abrir um profundo inquerito, já alias anunciado, onde
depressa se encontrará um qualquer funcionário não alinhado e desnecessário,
mal pago e sem obrigação ão conhecimento, a quem se chamará de culpado, e
então diremos que se fez justiça.
E por onde andava o Sr. da junta de freguesia, auto aclamado defensor da
cultura, promotor de centros culturais, adepto e dirigente do desporto, por sinal
do futebol, sombra angelical do Dr. Meneses, convicto dos bares de praia, amigo
da nossa (falta de) areia e organizador de festins populares em espaços
contrastantes, além de fan das Tayti.
E cadê os amigos da Granja, figuras com história, sangues azulados, espiritos
aguçados, defensores incondicionais ... de nada, porque nada vai sobrar...
porque deixaram aprovar o Pdm e construir maciçamente acima da linha, e,
porque se o chã e os bolos de canela ajudam á conspiração, como nos tempos
da Assembleia da Granja só servem de alimento contra os que pensam de
pequenos, porque os grandes.... são para os seus olhos, buracos em cabeças
pequenas, muito grandes.
É um facto que a indignação dos jovens politicos engravatados do Dr. Meneses
é uma forma de transformar a incompetência em mediatismo barato pois de
facto nunca souberam da existência da tal casa.
No publico transcreve um tal Fontemanha por sinal vereador e até advogado que
diz: "vamos obrigar o proprietário a reconstruir a casa". Este discurso é sem
duvida populista, ignorante, e demonstrativo da falta de respeito pelo jornalista e
pelo publico em geral, para além de demonstrar a prepotência digna de um
catraio. O Dr. (advogado) Fontemanha sabe que isso não é possivel, mas
consegue dizê-lo na cara do jornalista, e, vertendo lágrimas de crocodilo,
pretende obviamente cair á boa maneira política, nas graças dos que votam
não temendo a crucificação do outro, por sinal proprietário de direito, nunca auto
apelidado de conservador, e que demoliu quiça oportunamente uma casa por
indicação de uma Câmara onde esse jovem é vereador.
Um proprietário não pode, nem deve ser conservador de memórias colectivas,
com prejuízo próprio.
O propriétário têm um terreno onde pode facturar cerca de 10 milhoes de euros,
obtendo lucros de 2 a 3 milhoes.
Se a autarquia entende que a casa é bonita e não devia ser destruida (como eu
penso) teve muitos anos para contactar o proprietário negociar a compra do
espaço e encontrar uma plataforma para que a bela memória ficasse na posse
do municipio.
Não o fez, nem nunca o fará, entende o Dr. Barbosa (vereador da Câmara e
administrador da Gaiurb) que o propriétario não têm qualquer direito, só o de
ficar quieto.
Curioso, bem agora dizer o Sr., do alto do seu nó grosso de gravata, que nunca
permitirá que se construa nesse espaço. Ouça Sr. Barbosa… o legítimo
proprietário, vai, se assim entender, construir naquele espaço o que lhe apetecer
dentro dos limites do PDM , do Regeu e do Codigo civil, ou seja muitos metros
de Apartamentos com 4 andares para o Sr. virar a cara quando por lá passar, se
um dia descobrir o caminho... infelizmente.

Porque não entendemos nós a existência de pessoas, que choram lágrimas,
agora... para nós vermos."

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

AJovem faz Caminhada ao GERÊS


As inscrições estão abertas para quem quizer e é já dia 9 de Setembro a próxima caminhada da AJovem.
Inscrevam-se.

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

HOMENAGEM A SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN


PRAIA DA GRANJA - Amadeu Batista
"Pelo que quer que seja a exaltação habito aqui,
nesta casa de sete janelas,
com uma pequena porta e uma varanda verde.
A praia incendeia-me os olhos,
e chamo,chamo à mulher espiral do mundo.
Toco com um dedo o muro branco e acrescento
ao entendimento ervas amargas, animais solares
e odscuros, um antigo instrumento de trabalho,
o búzio, o barco, o arado,um ramo de salgueiro, esta pedra incisiva,
uma maça vermalha.
Guardo no coração uma voz que vai de lugar em lugar
a interrogar as sombras
e no poema murmura o poder das cintilações
sobre a cânfora,
a hotelã, os figos, o encantamento,
a cabeça da víbora.
A extensão desta casa é a dimensão desta praia
divina sobre as águas,
tal como é divina a mulher que me acompanha
e a quem chamo espiral do mundo
por ter criado um sortilégio assim,
uma casa grega, branca,
nítida,
com sete janelas,
uma pequena porta e uma varanda verde
sobre o mar."
Este é um dos muitos poemas em homenagem a SOPHIA que constam do livro e dos muitos textos excelentes que a editora Caminho fez sair da Homenagem de vários escritores a SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN organizada pelo PEN Club Português editado em Junho de 2007. A não perder.

terça-feira, 14 de agosto de 2007

TRIPEIRO sobre A GRANJA


O TRIPEIRO deste mês de Agosto é dedicado à Praia da Granja e está aí à venda.
Escritos sobre a Granja como a Praia chique do Porto e sobre Granjolas além um magnífico texto de outro Granjola, António Eça de Queiroz a ler e a não perder.
A Granja de hoje e de outros tempos.

Espinho e Memória da Granja Portugal

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Praia da Granja: más notícias, mau tempo…

Depois de casa "roubada" trancas às portas, diz o povo.

Mas eu cá não sei onde para o povo pois dizem que há uma Associação dos Amigos da Granja???? que pelos vistos anda calada e nasceu muda.
Hoje um artigo no jornal O Primeiro de Janeiro cujo conteúdo se esquece que os políticos da Câmara de Gaia e Juntas de Freguesia aprovaram em tempos um PDM - Plano Director Municipal que diz claramente que no local da casa do EÇA qual a volumetria de construcção e parece-me que não será nenhum privado empreiteiro que têm obrigação de sustentar o património municipal e nacional pois, é com os nossos impostos que ele deveria ser feito.
Onde para então o dinheiro????

Vejam o artigo de Ernesto Ricou em o Primeiro de Janeiro.
Santa paciência lá vai o resto ... por este andar.

"De passagem pela cidade do Porto, em visita familiar e profissional de curta estadia, lanço um APELO, mais um!... Primeiro aos Granjolas que como eu ainda tecem a fio de ouro os laços que nos ligam indefectivelmente à nossa terra. Depois segue-se o IPPAR, Luís Filipe Menezes, directores de empresas de construção civil e imobiliária. Impõem-se o respeito (a todos) pelas Cartas de Veneza (1964) e convenções internacionais e nacionais animadas e rectificadas pelo nosso País. A TERRA DE SANTA CRUZ necessita urgentemente de repousar, oferecendo-se generosamente, sagradamente aos seus habitantes, e aos visitantes nacionais e estrangeiros, na sua esplêndida plenitude histórica e integridade territorial. Fechemos definitivamente a porta à incompetência e à irresponsabilidade. Repito, salientando a importância do conjunto ambiental-arquitéctónico, da pérola à beira mar trazida à luz de forma genuinamente única!"

ver em http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=6364d3f0f495b6ab9dcf8d3b5c6e0b01&subsec=1bb91f73e9d31ea2830a5e73ce3ed328&id=

sábado, 11 de agosto de 2007

EÇA DE QUEIROZ - A CIDADELA DE ESPÍRITO mesmo a calhar




O Professor DAGOBERTO CARVAÇLHO JÚNIOR saíu com outra edição da sua Obra A CIDADELA DO ESPÍRITO: considerações sobre a Arte Sacra na Obra de Eça de Queiroz com prefácio do meu Grande amigo,MANUEL LOPES- o LOPINHOS que na terça dia 14 fará um ano que faleceu e que estará a olhar por nós, arrepiado, com o que fizeram à casa Eça de Queiroz na Granja.
Vale a pena ler o livro e os ensinamentos do Professor de Pernambuco assim como de todas as suas considerações.
Um verdadeiro tesouro encontrado em terras pernambucanas, a ler.

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Ora Eça... Eça, não!

"A chamada "Casa de Eça" na Granja - a estância de veraneio com mais "pedigree" neste Norte de vento agreste e mar forte - foi abaixo. Não que o vento a tenha levado ou que o mar a tenha engolido. Não. Ao que se sabe, foi "obra" da incúria, da incultura, da boçalidade e da irresponsabilidade. Também pode ter sido vítima da chamada burocracia, mas convenhamos que a coitada tem costas largas e, para além do mais, ainda não consta que a "senhora" actue sozinha e sem cúmplices e estes, pelo menos, têm figura humana. Se são gente, isso já é outra coisa!Dito isto, não importa muito se a ligação, ainda que indirecta, ao escritor, fazia da casa património indestrutível. De facto, a "Vila Jane" (assim se chamava a casa agora reduzida a escombros), tinha esse nome em homenagem a Jane, mulher de João Henrique Andersen, seu proprietário que, em 1925, a vendeu a um filho de Eça. Era uma casa igual a tantas outras da mesma época e de que a Granja (ainda) é um repositório muito significativo. Era uma casa bem traçada, bem proporcionada, bem inserida num conjunto de grande qualidade urbanística, arquitectónica e ambiental e, certamente, muito cuidada e confortável, mas não consta que aquela passagem de mão lhe tenha acrescentado qualquer valor patrimonial, para além da memória que os lugares adquirem quando outros símbolos lhes dão outras ressonâncias. E os lugares vivem muito dos sentidos que adquirem por via, nem que seja, de apenas tradições assentes em efabulações mais ou menos bem construídas. Por isso, tantos lugares reivindicam ter sido o lugar de nascimento, de morte ou de simples estadia ou passagem de personagens que a história guarda em lugar de destaque, mesmo que o não tenham sido ou mesmo que muitos outros façam igual reivindicação.Será, este, eventualmente, o contexto em que se insere a "Vila Jane" ou a "Casa de Eça" que, em qualquer caso, hoje, já não é mais do que uma longínqua e triste memória! Morreu. Como morreu "Jane" e como Morreu "Eça".
Jamais existirá ali outra coisa que não seja a notícia de que ali houve, um dia, uma casa que "foi abaixo". Estará lá, um dia, um lindo condomínio, fechado e tudo e, até, talvez, chamado "Vila Eça", (por que não?) para glória de algumas bolsas mais afoitas que, no momento certo, não estiveram com meias medidas nem quiseram sujeitar-se à farsa da "audiência prévia"e foram-se à coisa e pouparam um ror de trabalho.
Breve morrerá também nos jornais a incrível história duma câmara que, num papel, escreve que a casa deve ser classificada "em regime de protecção integral", noutro, que "o edifício deve ser demolido", noutro, que (só) tem "intenção de demolição" (mas que, pelos vistos, não seria para valer!), noutro que (ao demolir), "o proprietário ultrapassou claramente a lei" (!?) e noutro, ainda, que "qualquer construção no terreno de 'Vila Jane' terá de respeitar a traça, a volumetria e os materiais da vivenda original"! Bonito serviço!
A história é rocambolesca, mas não será muito diferente da que vitimou, ainda recentemente, obras de Januário Godinho e de Agostinho Ricca, no Porto. Em todos os casos, ninguém sabia de nada, ninguém tinha dado por ela, ninguém estava para, ao menos, mandar parar as máquinas e obstar ao desaparecimento de exemplares raros de qualidade arquitectónica.
Em todos os casos, os processos andavam pelo seu próprio pé, de secção para secção, de burocrata para burocrata e de técnico para técnico que, pelos vistos, nem sabiam o que a própria Câmara ia escrevendo nem faziam a mínima ideia sobre a que astavam a dar parecer e a decidir! Como sempre, depois dum leve gemido do condenado ou de quem por ele se deu até ao último segundo, um sepulcral silêncio envolverá a selvajaria e, uns tempos depois, a música dos cifrões e a letra de quem nunca aprendeu a ler, vai aparecer, em reluzentes anúncios de jornal, a notícia de que ali nasceu um novo oásis de felicidade! Senhores o sucedido é sintomático, mas o mundo cá fora não é de papel!
Tem corpo e tem alma! Chega de embuste. "

artigo do Arquitecto Manuel Correia Fernandes hoje no JN
http://jn.sapo.pt/2007/08/10/porto/ora_eca_eca_nao.html

Os sublinhados são meus, com as devidas desculpas ao próprio.

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

A GRANJA e o CASO DA CASA DE EÇA em Blogs

"O caso da Casa do Eça na Granja é exemplar. Ninguém sabe de nada, ninguém assume a responsabilidade, incluindo Filipe Menezes que não se atreve a dar a cara nos maus momentos. Não há foguetes, não há Menezes. E entretanto não rolam cabeças? Havendo conivência com o pato bravo e/ou apenas incompetência por parte da Câmara, o caso é demasiado grave para passar em branco. Às vezes tenho a impressão de que estamos a regredir. Em Março de 1915 a Casa de Camilo em S. Miguel de Seide ardeu, ao que consta, por acidente (não havia nenhum pato bravo na história). O que é certo é que o acontecimento comoveu a população do Porto e através dos jornais procedeu-se de imediato a uma subscrição pública para a sua reconstrução. Em 1915 as condições de vida não eram tão boas como as actuais e a agitação política descambava muitas das vezes para a desordem pública (civil e militar) pelo que ninguém poderia saber com o que seria o dia de amanhã e mesmo assim reagiram com brio. Hoje, do fundo do nosso conforto burguês nem um ai nos sai. Será que perdemos o Norte?"

de DAVID AFONSO em o blog de A BAIXA DO PORTO
http://www.porto.taf.net/dp/

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Demolição da CASA de Eça foi proposta pela Câmara


A destruição da vivenda que pertenceu à família de Eça de Queirós, na Granja, foi determinada pelos próprios serviços técnicos da Câmara de Gaia.Após a elaboração de um auto de vistoria ao edifício oitocentista, o proprietário da edificação degradada e devoluta - a sociedade de construtores Jofilhos, Lda. - recebeu uma notificação com data de 27 de Junho de 2007 que propunha a "demolição da edificação em ruínas" no prazo de 30 dias. Com efeito, na manhã de 25 de Julho, a moradia oitocentista na Rua dos Heróis da Pátria, freguesia de Arcozelo, estava reduzida a escombros.
Artigo de O PUBLICO da Jornalista
Andrea Azevedo Soares

AINDA A CASA DE D. EMÍLIA EÇA DE QUEIROZ




"Uum monte de pedras é tudo quanto resta do antigo chalé onde viveu a viúva de Eça de Queirós, na praia da Granja, em Vila Nova de Gaia. Há dias, o dono da quinta arrasou as paredes e tentou apagar a memória do lugar. "Agora, choram ágrimas de crocodilo, mas a Câmara sabia de tudo", criticou Afonso Eça de Queirós Cabral, bisneto do escritor de "Os Maias".
....Existem silêncios, cumplicidades e desprezo pela forma como foi destruída uma moradia que, embora nunca tenha sido residência de Eça, estava associada ao universo queirosiano. Por lá viveu e morreu Emília de Castro Pamplona (viúva de Eça) e ainda uma boa parte da família do romancista. Pelo chalé, agora reduzido a um monte de pedras, passou muita gente das artes e das letras, entre as quais o escritor Alberto Oliveira e a poetisa Sophia de Melo Breyner Andresen.
Segundo o JN apurou, a antiga casa da viúva de Eça foi comprada pelo empresário Santos Silva, da Jofilhos-Sociedade de Construções Lda, com sede em Arcozelo, mas, através de um funcionário, mandou dizer que "por agora" não prestava declarações""
Claro tudo na BANANICE...é assim!
Ver as notícas em o JN
Claro que a fiscalização - deixem-me rir- fez RELATÓRIO????

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

“Um crime”, diz-se na Granja


"A Granja perdeu uma importante peça do seu património histórico e arquitectónico. O chalé emblemático construído por João Henrique Andresen e habitado pela família de Eça de Queiroz foi demolido. O acto foi classificado como um “crime” e gerou um sentimento de indignação."


Isto diz a jornaleira, Lúcia Pereira que, coitadinha, não sabe de quem era a casa...deixem-me RIR.???? Não conhece o enmpreiteiro ???

Claro, um jornal subsidiado, com um suplemento de VILA NOVA DE GAIA, dos dinheiros públicos (nossos e dos nossos impostos) não diz nem pode dizer outra coisa senão que seria da jornaleira???

Além disso, a dita jornaleira, também ouviu dizer que ouve queixas de vizinhos pelo estado da casa, Ah! Ah! Ah! meu Deus como pode ser???Eles eram tantos, tantos vizinhos que rolavam pela calçada a baixo.

Eles era para cima de 10 ladrões!!!!!

vejam e riam-se
SÓ PARA RIR

“Um crime”, diz-se na Granja DEIXEM-ME RIR.....


Com que então a jornaleira do PRIMEIRO DE JANEIRO não conseguiu saber quem é o proprietário e empreiteiro que demoliu a casa EÇA DE QUEIROZ...Ah! Ah! subsídio dependentes ...com que então não sabem.

Com que então foram feitas queixas de vizinhos...Oh! Oh! coitadinhos dos vizinhos...queixosos.

Se a burrice não fosse monstruosa e nos fizesse rir quando um jornal que até têm um suplemento de VILA NOVA DE GAIA convenhamos que eramos capazes de chorar...pelo menos pela jornaleira.


Vejam a Notícia sim? E riam-se que é o que de imediato podemos fazer pelas criadas....

O PRIMO BASÍLIO adaptação Brasileira



No dia 10 de Agosto estreia no Brasil uma nova adaptação cinematográfica do romance de Eça de Queirós "O Primo Basílio", com o ambiente da cidade de S. Paulo nos anos 50.

Leia mais no JB ONLINE.
Publicado pela Embaixada de Portugal - Brasília em 5.8.07

no Blog da Embaixada

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

A VOZ DOS RIDÌCULOS - A Granja no tempo de Eça de Queiroz


A Granja no tempo de Eça de Queiroz
O jornal O PRIMEIRO DE JANEIRO "subsidiado" pela Câmara de V. N. de Gaia e outras não pode dizer aos leitores que a CASA DO EÇA DE QUEIROZ foi deitada a baixo com a conivência dos autarcolas de V. N. De Gaia e por isso dá destaque a uma exposição já velha e que já pouco diz aos GRANJOLAS,especialmente porque também nunca foi feita na própria Granja, embora do seu espólio constem vários documentos de Granjolas.
Vejam o lindo artigo da jornalista Lúcia Pereira.E Não será para CHORAR!!!!! ou a Jornalista quererá que a gente explique as outras coisas que eles não querem publicar??? É só uma perguntnha???
"O esplendor da Granja pode ser recordado numa exposição de quadros cerâmicos, patente, até Setembro, no Solar Condes de Resende, em Gaia. Entre os edifícios retratados, destacam-se a Assembleia, a Estação e a Casa dos Eças, recentemente demolida"
Ver em OPJ

CASA EÇA DE QUEIROZ - O LOCAL DELA

Embora este local esteja na Freguesia de Arcozelo os GRANJOLAS deveriam e poderiam OBRIGAR o sr Presidente da Junta de Freguesia de Arcozelo, que reclama os limites da GRANJA, a investir em espaços públicos para todos,com o mdinheiro das rampas que todos pagamos, pelo menos nesta Praia o que, também com o seu aval, deixou destruir.
O património da GRANJA reduz-se agora à ESTAÇÃO DA CP, único edifício que resta da GRANJA do séc.XX.
ESPERAMOS QUE o Presidente da Junta de Freguesia de S. FÉLIX DA MARINHA não seja da mesma lavra e se compare a Firminos e arquitectas e seus maridos trapaceiros e outras coisas tais.
HÁ QUE FAZER UMA MANIFESTAÇÃO E CONVOCAR OS GRANJOLAS JÁ.




segunda-feira, 30 de julho de 2007

PATOS BRAVOS e POLÍTICOS "BAZAROCOS"


Mais Uma vez a tentarem faz dos GRANJOLAS BURROS....
E aqui vai a resposta para que conste...
"O Dr.Luis Filipe Meneses conseguiu que a casa onde Eça De Queiroz privou com amigos fosse considerada património nacional.O vereador Firmino Pereira telefonou nessa quarta-feira para o telemóvel do eng. Oliveira a informá-lo que demoraria 2 meses a ser publicado. O eng. Oliveira mandou arrasar a casa nessa noite.Temos provas e testemunhas do que afirmamos :o telefonema do Firmino Pereira para o Oliveira e as relações entre esse vereador e os empreiteiros.
É urgente informar o Dr. Meneses do traidor Firmino Pereira.
Confiamos em si."
Recebi este email que torno público e que vale o que vale mas o detetive Metralha anda à caça e é pena que um habitante da Granja faça lobby com políticos deste calibre.
Enquanto o Presidente Menezes se dedica ao partido...lá vão eles manobrando.
Esperem pela resposta!!!!!

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Cinco mil alunos vão ter aulas por computador - E A GRANJA sem escola,é???



Entretanto, vejam a notícia no JN da autoria do HUGO SILVA e claro, mais um show off da Câmara Municipal que não tem poder nem vontade de preservar o património, como a Casa da Família ECA DE QUEIROZ nem a Escola da Granja, oferecida ao estado pela família Alcoforado e que agora vai fechar.

Vejam o artigo da "modernidade"de Gaia

no JN

http://jn.sapo.pt/2007/07/27/porto/cinco_alunos_ter_aulas_computador.html

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Rampas rendem um milhão de euros

Será que o dinheiro das RAMPAS não daria para recuperar a CASA DA FAMÍLIA EÇA DE QUEIROZ?????


Vejam os milhares que a Câmara diz que ganha com as rampas e que pretende distribuir pelas Juntas de Freguesia...no caso a de ARCOZELO que além disso têm uma SANTA!!!!!





ver a notícia em
O Primeiro de Janeiro
http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=6364d3f0f495b6ab9dcf8d3b5c6e0b01&subsec=&id=

ESCÂNDALO...NÃO! Estava Previsto e com a anuência do Poder




ERA assim a alguns meses atrás e, de repente, sem ninguém dar conta, e pelos vistos a Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia NÃO SABIA?????
foi a baixo a única casa que restava da história da Praia da Granja.
Foi o edifício da Assembleia, o da Junta de Turismo, o do Clube Recreativo da Granja (Ah! esses eram do Contra), o terreno junto à Junta de Turismo, oferecido à Praia da Granja e agora ,é... nada mais nada menos de que, sómente o armazém das flores e dos "flores " da Câmara de Gaia. Só falta mesmo o edifício da Estação da CP que, pelos vistos, só vai durar até ao final do ano????Dizem!!!!
Ah! AH! Claro...temos ainda o negócio do terreno da Avª das Árvores que pelos vistos é do Instituto da Juventude e Desportos...."Laurentinices",Claro!!!Tinha de ser do Benfica....riam, mas depois choramos,claro.

terça-feira, 24 de julho de 2007

Reflexões em volta da arte, da ciência e da cultura


Já lá vai o tempo em que Eça de Queiroz acreditava que «a arte é tudo porque só ela tem a duração - e tudo o resto é nada!»
(Prefácio de Azulejos do Conde de Arnoso)
Ler o artigo do Dr. J. A. Gonçalves Guimarães
mesário-mor da Confraria Queiroziana
em O Primeiro de Janeiro

sábado, 21 de julho de 2007

CAMINHADA NO PASSADIÇO - AJovem

Apareçam...Boa caminhada.

sexta-feira, 20 de julho de 2007

ILUSTRES GRANJOLAS.....E Granjenses


Aqui temos os ilustres Granjolas da BRITOLÂNDIA o Carlos (gorila), o Nelson e o grande organizador, o Carlinhos, do torneio de TORNEIO DE CARTAS YU-GI-OH que se realizará no Centro Cultural de S. Félix da Marinha.
INSCREVAM-SE.

terça-feira, 17 de julho de 2007

TORNEIO DE CARTAS YU-GI-OH


No CENTRO CULTURAL DE S. FÉLIX DA MARINHA vai haver um grande torneio de Cartas organizado por dois grandes mestres o Carlos e o Diogo com o apoio da Junta de Freguesia de S. Félix da Marinha.
As inscrições estão abertas inscrevam-se até 27 de Julho pelo telfone 22 7531711
E APAREÇAM há prémios

domingo, 15 de julho de 2007

Prémio para Familiar de Granjola


O Conselheiro Cultural da Embaixada de Portugal no Brasil e pianista, Adriano Jordão, recebeu o Prémio Nacional da Imprensa Brasileira – Mérito Dom João VI.Este galardão foi instituído em memória da criação da Imprensa Oficial pelo príncipe regente D. João, em 1808, para a publicação de todos os actos normativos e administrativos oficiais do governo.
Ver notícia em

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Tradução para inglês de «Os Maias» festejada em INGLATERRA


Os clássicos devem voltar a ser traduzidos várias vezes, defende Margaret Jull Costa, cuja tradução para inglês de «Os Maias», de Eça de Queirós, é celebrada hoje na Embaixada de Portugal no Reino Unido. “Com os clássicos, como o Eça, é sempre bom ter uma nova tradução todos os 40 ou 50 anos”, sustenta a tradutora. No mercado existe uma outra tradução do romance oitocentista, mas Eça, “um escritor maravilhoso” no entender de Jull Costa, e «Os Maias» estão ao nível de “[Leon] Tolstoi, [Feodor] Dostoievski ou «D. Quixote» [de Cervantes] - estão sempre a ser feitas novas traduções”. Apesar de ser um livro que caracteriza a sociedade portuguesa do século XIX, a tradutora identifica nele elementos contemporâneos e questiona-se mesmo se “Portugal mudou muito”. “As coisas de que ele faz troça, como o ‘snobismo’ e os políticos pomposos, ainda existem”, refere. “Para um leitor inglês, o que interessa é que Eça é um excelente contador de histórias e o seu sentido de humor é parecido com o britânico”, frisa. A tradução do livro, lançada em Março, é assinalada como parte de uma série de eventos organizada pela embaixada, no âmbito da presidência portuguesa da União Europeia. A maioria das traduções das obras de Eça foi realizada há muitos anos e muitas estão fora do mercado por se terem esgotado as edições. Margaret Jull Costa traduziu no passado outros títulos do escritor, como «A Relíquia», «O Mandarim», «A Tragédia da Rua das Flores» e «O Crime do Padre Amaro». Tradutora de Fernando Pessoa, António Lobo Antunes e Lídia Jorge, Jull Costa foi distinguida em 2000 com o prémio Weidenfeld pela tradução de «Todos os Nomes», de José Saramago.
ver notícia em O Primeiro de Janeiro

FESTA da SARDINHA NA GRANJA pela AJovem








Apareçam e VENHAM DAR O PÉ de Dança e comer as Sardinhas com a AJovem.
Este fim de Semana.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

EÇA DE QUEIROZ "Os Maias" em Hollywood


Uma dramatização do romance «Os Maias», de Eça de Queirós, vai ser protagonizada por um elenco forte de Hollywood. Eduardo Barreto, responsável pelo projecto, adiantou que o elenco será “uma mistura de ingleses e americanos com experiência em teatro e cinema”.
Um elenco com actores de Hollywood vai protagonizar uma dramatização do romance “Os Maias”, de Eça de Queirós, numa ambiciosa produção no “West End”, em Londres, no próximo ano, revelou hoje o produtor, Eduardo Barreto.
“Só posso dizer que vai ser um elenco de luxo e o actor principal será um dos grandes nomes de Hollywood”, adiantou Eduardo Barreto, responsável pelo projecto.
O produtor não quis nomear os actores, “uma mistura de ingleses e americanos com experiência em teatro e cinema”, alegando que estão ainda a decorrer as negociações para encontrar datas possíveis nas suas agendas profissionais.
Devido a estes constrangimentos, deverá demorar ainda “umas boas semanas” até os contratos estarem assinados, adiando a peça - que esteve anunciada para Dezembro - para a próxima Primavera, em 2008, “não antes de Abril”.
Um “grande elenco” é um dos ingredientes essenciais para concretizar este projecto com sucesso, enuncia Barreto, já que é isso que vai atrair financiadores e público.
“Tem de ter elementos comerciais para fazer dinheiro”, vincou, em declarações à Lusa.
A peça vai chamar-se “Lisbon” e foi adaptada do romance oitocentista de Eça pelo reputado dramaturgo britânico Peter Oswald, que escreveu um texto “lindíssimo, meio em verso, meio em prosa”, acrescenta o produtor.
A adaptação coloca em destaque as três personagens masculinas, Carlos da Maia, João da Ega e Afonso da Maia, e são esses papéis que serão protagonizados pelos actores conhecidos. Parte do financiamento estará assegurada, assim como uma sala no conhecido “West End”, bairro londrino onde se concentram os principais teatros, já que Eduardo Barreto está a colaborar com um dos maiores grupos do meio.
A “força da história” e o facto de ser “um projecto de qualidade” conseguiu atrair também “um encenador inglês muito conceituado e premiado nos EUA”, mas cujo nome o produtor preferiu manter em segredo até estar confirmado.
A convicção de Eduardo Barreto neste projecto, no qual trabalha “há dois anos”, vem do facto de ter encenado “O Crime do Padre Amaro”, de Eça de Queirós, também na capital britânica em 2001, e que, segundo ele, “foi muito bem recebido.
Residente em Londres desde 1992, Eduardo Barreto tem uma carreira variada como actor e realizador, tendo nos últimos anos trabalhado sobretudo em produção com a companhia que criou, a Requiem Productions.


Ver em O Primeiro de Janeiro
http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=c20ad4d76fe97759aa27a0c99bff6710&subsec=

5 SENTIDOS ON-LINE





Caros Amigos,
Agora temos o Jornal 5 Sentidos on-line par todos consultarem a qualquer hora e em qualquer parte do mundo, mesmo de férias e até no Brasil.

www.ajovem.ciberjunta.com.

Façam o favor de USAR, sim!

CAMINHADA AO ALVÃO - Grupo da AJovem




Esta foto é para ficar para a história das ilustres caminhadas.

A Caminhada no ALVÃO pela AJovem




Todos na Caminhada da AJovem feita ao ALVÃO dia 7 de Julho deste ano,claro!
Vejam a força e o treino feito na AUTOESTRADA DO MENEZES, em que resulta.Uns verdadeiros atletas e caminhantes. Na próxima fazem o Caminho de Santiago, agora até ao Sul com parceria com Santiago de Cacém já que o nosso Presidente da República lá foi porque não???

segunda-feira, 9 de julho de 2007

ILUSTRES GRANJOLAS.....E Granjenses





Cá temos mais uns ilustres Granjolas entre eles o Sr. Ramos uma das figuras da Granja pai da D. Filomena, da actual papelaria da Granja.

domingo, 8 de julho de 2007

ILUSTRES GRANJOLAS.....E Granjenses




Cá temos as Granjolas CAPELAS - A Alexandra (Xami)a Olga e a Fató na casa da Granja,onde moraram quando vieram de Angola.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

MUSICA GRANJAJOLA - BOSSA NOVA


Este á o conjunto BOSSA NOVA com os seus antigos membros que tocaram e tocaram no antigo CLUBE RECREATIVO DA GRANJA sito na Avenida das Árvores (ex. Salazar)Reconheçam os seus membros e senhores de grande gabarito.
Porque nos faz falta o CLUBE ????
Porque nos faz tanta falta o espaço do CLUBE RECREATIVO DA GRANJA onde se jogava bilhar, cartas, se dançava e se fazia Teatro e também onde havia uma Biblioteca para uso de todos- uma verdadeira Biblioteca Pública.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

NÃO QUEREMOS POLÉMICAS??? Só queremos negócios


Os presidentes de ambas as juntas têm uma relação cordial, o que não impede que São Félix da Marinha diga que está a ser invadida, e Arcozelo subscreva um documento em que é referida a “campanha cada vez mais feroz da freguesia vizinha”.

Ver notícia em O Primeiro de Janeiro
DEIXEM-ME RIR como é que um Presidente da Junta pode defender a Freguesia se ele e a família têm interesses "novos" na Freguesia e à beira mar nas Praias da Freguesia.
Ah! Ah! Ah! Ah! DEIXEM-ME RIR.....e ir de férias...já estou cheia destes aprendizes de políticos.

domingo, 1 de julho de 2007

LIVRO DE HOMENAGEM A SOPHIA DE MELLO BREYNER


Setenta textos dedicados a Sophia de Mello Breyner Andresen vão ser hoje publicados no livro «A Sophia», a lançar por iniciativa do Pen Clube Português, no dia do terceiro aniversário da morte da poetisa. Dos 70 textos, apenas quatro tiveram já divulgação pública. O Pen Clube Português lança hoje 70 textos dedicados a Sophia de Mello Breyner Andresen no livro «A Sophia». Três anos passados desde a morte da poetisa, a publicação reúne textos da autoria de dezenas de sócios do Pen Clube “e seus companheiros de ofício”. Apenas quatro dos 70 textos tiveram divulgação pública, os restantes foram escritos expressamente para esta homenagem do Pen Clube à escritora, a que se associa a Editorial Caminho, com cuja chancela será publicado o livro. “Sophia foi um dos grandes impulsionadores, um dos inspiradores da criação do Pen Clube”, assinalou Casimiro de Brito, presidente do Pen Clube, em declarações à Lusa. A par da poetisa, Casimiro de Brito lembrou também o trabalho desenvolvido, em pleno fascismo, por autores como Fernando Namora e Ferreira de Castro para que o Pen Clube Português nascesse.
Setenta textos para a poetisa, que partiu há três anos
ver em O Primeiro de Janeiro

DEIXEM - ME RIR...Deixem-me RIR....Ah! Ah! nunca visto


S. Félix da Marinha e Arcozelo não se entendem em relação aos limites territoriais, apesar da amizade existente entre os dois executivos de freguesia. Há quem peça uma comissão com peritos para estudar a situação e já seguiu uma moção a pedir intervenção do primeiro-ministro.
DEIXEM-me RIR...Deixem-me RIR...
Vejam o artigo de O PRIMEIRO DE JANEIRO e se não fosse a foto junta da PISCINA DA GRANJA...que há anos serve de rebuçado quais eram os limites que se discutiam????

ANIVERSÁRIO DA MORTE DE SOPHIA DE MELLO BREYNER


O PEN Clube Português e a Editorial Caminho vão homenagear Sophia de Mello Breyner Andresen com a edição do livro A Sophia, com textos dedicados à nossa grande poeta da autoria de dezenas de sócios do PEN Clube e seus companheiros de ofício.
A sessão terá lugar no próximo dia 2 de Julho,amanhã,nno aniversário do seu falecimento pelas 18.30 Horas, na Sede da Editorial Caminho - Auditório Vítor Branco (Avenida Almirante Gago Coutinho, 121 - Lisboa).

O prazer de ter bons livros para ler!

EÇA DE QUEIROZ - Defensor dos imigrantes chineses


“Miosótis” foi a palavra que a escritora cubana Zoe Valdés, exilada em Paris, aprendeu aos 17 anos lendo Eça de Queiroz. Valdés admira a obra literária do autor, bem como o trabalho de diplomata em Cuba, por defender os direitos da comunidade sino-cubana.
“Eça de Queiroz é um romancista português que sempre me encantou e de quem se fala muito pouco. Com ele, conheci uma palavra muito bonita que é a flor ‘miosótis’ - dava-me vontade de rir cada vez que a lia num texto dele”, disse a autora à Lusa, aquando da sua passagem por Lisboa, para integrar o júri do festival de cinema digital Lisbon Village Festival, realizado entre 18 e 24 de Junho.No último livro que publicou, «La Eternidad del Instante» (2004), a escritora relata, a propósito da história do seu avô materno - um cidadão chinês que abandonou o seu país em direcção ao México e depois foi para Cuba -, como Eça, cônsul de Portugal em Havana entre 1872 e 1874, defendeu os imigrantes chineses. “Aí conto a história célebre no mundo sino-cubano da defesa que Eça de Queiroz fez daquelas pessoas que chegaram como escravas e que não foram legalizadas - nem se sabia a quantidade de chineses que havia em Cuba”, referiu Zoe Valdés.“Eça de Queiroz - sublinhou - iniciou uma espécie de movimento legal a favor dos chineses e conseguiu muitas coisas positivas para eles”. Exilada em Paris desde 1995, a escritora, de 48 anos, admite que o facto de ter nascido em Cuba e vivido numa ditadura a influenciou negativamente e se reflecte na sua obra. “Não creio que seja possível ultrapassar isso, é uma marca para toda a vida. Até ao final, terei de viver com o facto de ter tido de ir-me embora do meu país, por causa da falta de liberdade e de não poder pensar como quero no meu país”, frisou. Viver em democracia ensinou-lhe que “uma pessoa, de alguma forma, tem um espaço de liberdade, ilusões de liberdade e pode fazer a sua liberdade”. Abandonar Cuba “não foi fácil”, segundo a autora, que reconhece que teve “períodos de muita nostalgia, de muita melancolia”, mas que, ao mesmo tempo, não quis “viver num impasse”. “Decidi romper com tudo, estudar, ler, aprender, viajar - viver a outra realidade que me coube viver e que, como escritora, me enriqueceu muito. O exílio, a mim, não me bloqueou. Penso que, ao contrário, me deu um impulso, um balanço vital diferente”, sustentou. Como referências, Zoe Valdés aponta a mãe, a avó - assume-se, aliás, como uma escritora cuja obra tem como tema central as mulheres (“a solidão da mulher, a velhice, a fealdade do seu corpo, as dores, a angústia...”) - e a cantora cubana Celia Cruz. “Na vida - disse -, influenciou-me Celia Cruz com as suas canções e o seu exemplo: foi uma mulher que viveu no exílio, que teve uma força enorme para fazer a sua arte, que perdeu a sua mãe - estando ela em Cuba, não pôde vê-la mais - e conseguiu sobreviver a isso”. Sobre o papel que a sua infância teve na sua forma de escrever e de ver o mundo, citou Baudelaire, “que dizia que a pátria é a infância”. “Penso que, nesse sentido, a infância é justamente, para mim - hoje em dia, que sou uma exilada - a minha pátria”, admitiu. A formação que teve na infância foi, como para qualquer pessoa, fundamental, porque “foi muito diferente, não foi uma infância tranquila”. “Tive muitos problemas, sofri muito mas, ao mesmo tempo, tinha momentos de felicidade incrível, momentos de grande ternura e de grande amor, mas também de grande tristeza e melancolia”, recordou. O seu refúgio “era sempre a leitura” e também o cinema, porque não tinha televisão: “Em minha casa éramos bastante pobres, não tínhamos muitas coisas”.A sua relação com o cinema nasceu nessa altura, quando a sua família foi instalada num albergue, em frente do qual havia um cinema, porque a casa onde vivia estava em perigo de derrocada, tendo acabado mesmo por ruir. “No albergue, não havia água e a minha avó pediu autorização para lavar as crianças no cinema todos os dias, quando saíamos da escola, e depois víamos os filmes”, relatou. “Passaram-se dois anos em que vivi entre a escola, o albergue e o cinema - prosseguiu -, que era o momento mais mágico da minha vida. Esses dois anos foram muito importantes na minha infância, foi entre os nove e os dez anos”. Mais tarde, trabalhou no cinema, primeiro como argumentista, em seguida como acompanhante de personalidades no Festival de Cinema de Havana e, finalmente, como subdirectora da revista Cine Cubano, entre 1990 e 1995, ano em que abandonou o país. Antes de se exilar em Paris, Zoe Valdés trabalhou, entre 1984 e 1988, na delegação de Cuba junto da UNESCO, em Paris, e no Gabinete Cultural da Missão de Cuba na mesma cidade, tendo feito crítica de cinema desde muito jovem, “com vinte e poucos anos, para jornais, sobretudo em França”. “Escrevia sobre filmes que eram inspirados ou baseados em obras literárias ou filmes que tinham um fundo literário muito grande. Uma cinematografia muito próxima da literatura - essa era a minha especialidade”, indicou.“Sou uma escritora que saiu da poesia”, define-se Zoe Valdés, acrescentando que começou muito cedo, aos 17 anos, com um livro de poesia que se chamava «Respuestas para Vivir (Respostas para Viver)» - “um título muito pretensioso, porque aos 17 anos o que se faz é perguntas para viver”, gracejou. E mesmo hoje, aos 48 anos, - constatou - “continuam a ser perguntas para viver, ainda”.
*Agência Lusa
e em O Primeiro de Janeiro